Investigadores portugueses lançam aplicação que calcula stresse nas cidades

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Um grupo de investigadores Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) desenvolveu uma aplicação cujo objectivo principal é recolher dados relativos ao stresse populacional e de poluição das cidades.

Através de “smartphones”, a SenseMyCity permite “planear a cidade de outra maneira e ajuda a perceber uma série de aspectos da vida das pessoas”, explica Ana Aguiar, principal investigadora do projecto.

Concluída e actualizada, a aplicação é útil para “estudos de investigação nas áreas das ciências sociais ou da psicologia”, tendo sido testada por um público composto por polícias e bombeiros. No entanto, pode vir a servir outros projectos.

Segundo Ana Aguiar, a recolha de dados, através da aplicação, pode vir a facilitar o desenvolvimento de algoritmos para outras aplicações – avaliar padrões de mobilidade das pessoas, calcular em que pontos da cidade é consumido mais combustível, quais os níveis de emissão de gases poluentes, identificar zonas com trânsito mais lento, ruas estreitas ou inclinadas ou ainda detectar situações que aumentam os níveis de stress dos condutores.

A aplicação guarda também uma “série de dados dos sensores embebidos nos ‘smartphones’, utilizando também outros sensores externos ligados ao telemóvel, como o de batimentos cardíacos, o de onda cardíaca ou um sensor para aceder aos dados do motor carro”, explica a investigadora.

Ana Aguiar espera ter, em breve, “uma página web e um endereço de email, para que as pessoas possam mandar sugestões ou fazer o download da aplicação. A ideia é ter o maior número de pessoas a contribuir para o desenvolvimento desta aplicação”.

Contacto com a natureza reduz risco de cancro e stresse

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Estar em contacto com a natureza pode melhorar substancialmente a saúde do ser humano. Quem o garante é uma equipa de cientistas japoneses que conseguiu provar que sentir o cheiro da natureza reduz a pressão arterial e aumenta as moléculas anticancerígenas na corrente sanguínea.

Os investigadores da Universidade Nippon Medical School, em Tóquio, estudaram os efeitos que os óleos essenciais e aerossóis emitidos por plantas e árvores podem ter no corpo humano.

As conclusões deste estudo revelam que o contacto com a natureza reduz drasticamente o stresse sobre o sistema nervoso.

Segundo a revista norte-americana The Atlantic Cities, que cita Qing Li, especialista em higiene e saúde pública daquela universidade, as caminhadas na floresta activam as células do sistema imunitário responsáveis pelo combate a infecções e ao cancro. O especialista pretende agora comprovar que o cheiro das árvores é o principal agente nestas alterações no organismo humano.

“Comprovámos que o ambiente da floresta impulsiona as proteínas intracelulares anticancerígenas dos linfócitos e aumenta a atividade destas células durante um período de sete dias depois da realização da caminhada, tanto em sujeitos do género masculino como do género feminino”, explicam os investigadores.

Os linfócitos são células presentes no sistema imunitário do corpo humano que defendem o organismo contra invasão de agentes estranhos. Para além destes benefícios, os passeios na natureza podem ainda reduzir o stress sobre o sistema nervoso.

O estudo foi desenvolvido com a ajuda de doze voluntários, entre os 37 e os 60 anos, que permaneceram num hotel numa zona urbana do Japão durante três noite, entre as 19 horas da tarde e as 8 horas da manhã.

Ao longo deste período, os participantes foram vaporizados com um humidificador que continha substâncias presentes nas plantas das florestas, tendo a experiência revelado, em análises ao sangue e urina, alterações provenientes do contacto com esses compostos.

Qing Li e alguns dos seus colegas criaram a International Society of Nature and Forest Medicine, uma instituição que se baseia na natureza e nas suas propriedades para ajudar na cura de doenças e desenvolver terapias medicinais em todo o mundo.

Um dos maiores tesouros azul-turquesa do mundo está à venda

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O maior buraco subaquático do mundo, situado numa ilha das Bahamas, e os terrenos que o circundam estão à venda por 18 milhões de euros. O Governo, porém, promete lutar para manter na sua posse o Dean’s Blue Hole.

Situado numa baía em Long Island, o Dean’s Blue Hole é a “Meca” dos mergulhadores em apneia e foi onde o neozelandês William Trubridge, de 32 anos, conseguiu o recorde mundial de mergulho livre (sem barbatanas e sem garrafa), chegando aos 101 metros, em Dezembro de 2010.

O buraco – que integra a lista das 77 Maravilhas Naturais – tem uma profundidade total de quase 200 metros, e é todos os anos palco de campeonatos mundiais de mergulho livre, como o Vertical Blue.

Os terrenos em torno da baía, que pertencem a privados, estão à venda e o pacote inclui a zona onde fica o “buraco azul”. No total, são cerca de 72 hectares de terreno, que incluem praias de areia branca e águas cristalinas, à venda por 18 milhões de euros. Os responsáveis da agência imobiliária que está a tratar do negócio, citados pela imprensa local, adiantam que o objectivo é que os terrenos venham a acolher um resort de luxo.

Mas o Estado não quer perder este tesouro azul-turquesa. O ministro do Turismo, Obie Wilchcombe, garantiu que vai fazer tudo para que o “buraco azul” continue a ser público. “Temos de ver qual a melhor maneira de o manter nas mãos do povo das Baamas. É um tesouro”, sublinhou o governante, citado pelo jornal online Tribune242.

Para proteger o local, o Governo quer tentar candidatá-lo a património mundial da UNESCO. “Long Island é um dos locais nas Baamas aos quais não temos dado a atenção merecida”, admitiu o ministro do Turismo.

Pela sua profundidade, o buraco dá uma tonalidade escura à água, que contrasta com a área que o rodeia. O local impõe respeito pela beleza mas não só: várias pessoas morreram a nadar no buraco. Nada que impeça atletas profissionais, como Trubridge, de explorar as suas cavidades. O neozelândes morou durante um ano perto do Dean’s Blue Hole para poder praticar o mergulho em apneia e assim conseguir bater o recorde mundial masculino neste tipo de modalidade.

Saiba mais sobre o Dean’s Blue Hole AQUI.

Quer ser criativo? Então esteja em contacto com a natureza.

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Um grupo de psicólogos de duas universidades norte-americanas concluiu que passar quatro dias imerso na natureza e sem contacto com equipamentos electrónicos aumenta a capacidade criativa e de  resolução de problemas em 50%.

“Isto mostra que a interacção com a natureza tem benefícios reais e mensuráveis para a resolução criativa de problemas que ainda não tinham sido demonstrados”, disse um dos autores do estudo, David Straye, professor de psicologia na Universidade do Utah, citado pela agência Lusa.

Para o investigador, estes resultados provam que “enterrar-se em frente a um computador 24 horas por dia, sete dias por semana, tem custos que podem ser remediados com um passeio na natureza”.

O estudo de Strayer e dos cientistas Ruth Ann Atchley e Paul Atchley da Universidade do Kansas foi publicado na revista científica PLOS ONE, da Public Library of Science, e resulta de uma experiência realizada com 56 pessoas, 30 homens e 26 mulheres, com uma média de 28 anos.

Os participantes estiveram, durante quatro a seis dias, em passeios na natureza nos estados do Alasca, Colorado, Maine e Washington, nos quais não era permitida a utilização de aparelhos electrónicos.

Dos 56, 24 fizeram um teste de criatividade com dez perguntas antes de iniciarem o passeio e os outros 32 realizaram o mesmo teste na manhã do quarto dia de passeio.

Os resultados foram claros: as pessoas que já estavam há 4 dias na natureza tiveram uma média de 6,08 perguntas certas, enquanto os outros tiveram apenas 4,14.

“Demonstrámos que quatro dias de imersão na natureza, e o correspondente desligamento da tecnologia, aumenta o desempenho em tarefas criativas e de resolução de problemas em 50%”, concluíram os investigadores, sem esclarecer se o efeito se deve à natureza, à ausência de tecnologia ou à combinação de ambos os factores.

Os investigadores recordaram estudos anteriores segundo os quais as crianças passam hoje apenas 15 a 25 minutes por dia em actividades de exterior e desportivas, que as actividades recreativas na natureza têm estado em declínio há 30 anos e que, em média, as crianças dos oito aos 18 anos passam mais de 7,5 horas por dia a usar o computador, a televisão ou o telemóvel.

“Há séculos que os escritores falam da importância de interagir com a natureza (…), mas não sabíamos bem, cientificamente, quais os benefícios”, disse Strayer.

Saiba mais AQUI sobre o estudo .

Ecocharge: aparelho carrega telemóvel com ajuda do calor da panela

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Já pensou em recarregar a bateria do seu telemóvel enquanto cozinha? Foi precisamente esta a ideia do designer iraquiano Ardavan Mirhosseini que desenvolveu um sistema portátil que permite carregar o telemóvel e outros dispositivos móveis com a ajuda de uma panela.

Segundo o Yanko Design que cita Mirhosseini, o objectivo do Ecocharge é utilizar energia térmica e aproveitar o calor que é desperdiçado nas tarefas domésticas para carregar dispositivos movidos a bateria.

O Ecocharge apresenta uma parte magnética flexível que permite fixá-lo a uma superfície de metal.

Com módulos de gerador termoeléctrico, o sistema converte o calor produzido pelas panelas ou aquecedores em energia eléctrica.

Além disso, para que o utilizador possa acompanhar todo o processo de recarga, o aparelho dispõe de um ecrã.


8 dicas para criar os mais novos de forma sustentável

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Para encorajar os pais a assumirem gestos simples a favor do ambiente e da saúde logo que os filhos nasçam, o Museu da Ciência de Londres elaborou oito dicas, que foram citadas pelo site brasileiro Terra.  O objectivo é mostrar que é possível criar os mais pequenos de forma “verde”.

1. Invista no consumo sustentável
Roupas feitas de algodão têm impacto negativo no meio ambiente, já que emitem CO2 para a atmosfera
durante a sua produção. Por isso, opte por trocar roupas com amigos ou familiares, ou adquirir roupas em segunda mão em lojas específicas.

2. Use móveis em segunda mão
Use o mesmo raciocínio para os móveis. Procure berços, cadeirões e outros móveis em segunda mão e restaure-os, se for preciso. Se aumentar a vida útil destes objectos, não será preciso fabricar novos móveis e desperdiçar materiais.

3. Evite usar a máquina de secar roupa
Os bebés precisam de estar sempre limpos, o que exige muitos banhos e lavagens frequentes de roupas. Uma maneira de reduzir o gasto de água é usar o menos possível a máquina de secar a roupa, que consome enormes quantidades de energia.

4. Aposte na amamentação
A amamentação faz bem não apenas à saúde do bebé, mas também evita o consumo de leite que precisa de ser processado, embalado e distribuído nos pontos de venda.

5. Escolha ingredientes naturais
Quando chegar a hora de introduzir alimentos na dieta do bebé, opte por ingredientes que não precisam de ser muito processados. Prefira os alimentos naturais, que economizam mais energia e que emitem menos CO2.

6. Opte por alimentos da estação
Procure incluir frutas e legumes da estação na alimentação dos mais novos. Os alimentos sazonais não necessitam de ser cultivados em estufa, que geralmente exige grande consumo de energia.

7. Experimente fazer uma horta
Se tiver tempo, espaço e habilidade, plante alguns legumes e verduras na sua casa.

8. Dê o exemplo
Invista na educação ‘verde’ dos seus filhos. Primeiro, dê o exemplo, e, depois, explique-lhes as razões da escolha de certos produtos e a adopção de certos hábitos.

Muito além da rolha: Conheça as 10 peças mais inovadoras feitas de cortiça

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É impossível não associar a cortiça ao seu uso mais comum – a rolha. Mas aos poucos este material está a atrair a atenção dos designers e a ganhar novas utilidades e interpretações, graças à sua impermeabilidade, textura suave e aveludada, e, principalmente, sustentabilidade.

E porquê sustentabilidade? Porque a sobrevivência da árvore de cortiça depende da forma como é cuidada: a casca precisa de ser retirada regularmente, para evitar o seu envelhecimento precoce, mas também o tronco precisa de ser cortado a cada dez anos (no máximo) para evitar danos irreparáveis à planta.

A cortiça é também o material perfeito para quem tem problemas de alergia, pois é hipoalergénica e resistente ao mofo, ou seja, na cortiça encontra uma série de vantagens que, aliadas ao design contemporâneo e combinadas com outros materiais, permitem criar peças elegantes e super-resistentes.

A Casa Vogue seleccionou as dez peças de decoração – e de conforto – que fazem bom uso deste material .

1. Bandeja Appo, de Carlo Trevisani


Por que não fazer da rolha um produto funcional? Foi essa a inspiração do designer italiano Carlo Trevisani para criar a bandeja Appo, que, ao encaixar-se numa garrafa vazia de vidro, se transforma num  centro de mesa.

2. Linha de bancos Boet, do Note Design Studio


A estrutura metálica dos bancos da linha Boet é equilibrada com o assento de cortiça, de toque macio e design ergonómico. Esta é uma criação do Note Design Studio, na Suécia.

3. Banco Bar{K}, de Brandon Kershner


Superfícies multifacetadas dão estrutura e firmeza ao banco Bar{K}, do designer americano Brandon Kershner.

4. Chaise-longue, de Daniel Michalik


Chaise-longue produzida artesanalmente a partir de resíduos de cortiça da indústria das rolhas. O material é tão importante neste projecto que dá nome a peça. Peça desenvolvida pelo designer norte-americano Daniel Michalik.

5. Colecção de acessórios Kopia, de István Böjte


A linha Kopia combina módulos de porcelana com uma base de cortiça e é inspirada num ritual fúnebre húngaro que data do século XVIII, em que um monumento formado por diversos módulos geométricos representava a pessoa homenageada. O designer István Böjte reinterpretou o conceito dos módulos, que podem ser usados em diferentes composições, dando ao utilizador a possibilidade de definir o formato final da sua peça.

6. Ganchos de parede, Molo Design


Destaque para a funcionalidade destes ganchos desenhados pelo estúdio Molo Design, no Canadá.  Revestidos de cortiça, os ganchos podem ser utilizados em conjunto para uma composição mais divertida e personalizada.

7. Mesa lateral Degree, de Patrick Norguet para Kristalia


A linha Degree é assinada pelo designer francês Patrick Norguet e foi um dos lançamentos da empresa italiana Kristalia no Salão do Móvel de Milão do ano passado. As peças são fabricadas com polipropileno, mas são revestidas de cortiça.

8. Banco Pushpin, de Kenyon Yeh


O designer londrino Kenyon Yeh criou um divertido, leve e versátil banco que pode ser utilizado em qualquer canto da casa.

9. Banco Sold, de Manuel Welsky


O designer alemão Manuel Welsky dá vida a uma peça de mobiliário extremamente funcional, recorrendo à cortiça. Welski combina uma estrutura metálica com um banco de cortiça, ambos com encaixe em rosca, permitindo colocar o banco na altura desejada.

10. Prateleira Tomo, de Inga Sempé


A prateleira Tomo desenvolvida pela designer francesa Inga Sempé pode ser encaixada em tampos de mesa de diversas espessuras.

Organii: marca de cosméticos biológicos abre loja de produtos para bebé

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A Organii Bebé vai vender fraldas reutilizáveis, roupas infantis, panos e porta-bebés ergonómicos, roupa para grávidas, berços, cadeiras de amamentação e brinquedos ecológicos e terá uma loja própria, cuja inauguração está prevista para 24 de Março na Travessa do Carmo, Chiado (Lisboa).

Para além dos artigos de puericultura, a nova loja vai vender os já famosos cosméticos biológicos da Organii, avança o Green Savers.

A festa de inauguração da nova loja incluirá ainda a apresentação das marcas que incluem o catálogo da Organii Bebé, entre elas a finlandesa MAM, a dinamarquesa Hevea, a norte-americana Green Toys, a austríaca PoPoLiNi, a sueca BabyBjörn e a portuguesa Boa Safra.

A Organii Bebé foi criada em parceria com a designer e empreendedora Mécia Bento, até aqui responsável pelo projecto Akasha Kids, um espaço de partilha de informação e produtos para bebés ecológicos. A união surgiu da partilha de valores e do entusiasmo por produtos que promovem o bem-estar e o respeito pelo ambiente.

No dia da inauguração da loja Organii Bebé, a marca realiza ainda um workshop sobre como criar quartos infantis ecológicos e livres de substâncias tóxicas. O workshop, com início previsto para as 15h, dirige-se a pais de crianças dos zero aos quatro anos. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo telefone (213425126).

A Organii é uma empresa portuguesa pioneira na introdução da cosmética biológica no mercado nacional. Todos os produtos comercializados pela marca são naturais, de agricultura biológica, sem pesticidas e sem herbicidas. É um projecto familiar, fundado em 2009 por duas jovens empreendedoras, Cátia e Rita Curica.

Aplicação para iPhone ajuda a transformar lixo em novos (e úteis) objectos

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O que fazer com objectos que já não dá uso e que continua a amontoar em casa? Depositar no lixo é, quase sempre, a solução adoptada, mas, se lhe dermos uma nova utilidade, podemos contribuir para o meio ambiente e reduzir a quantidade de resíduos que são depositados nos aterros.

É precisamente isto que uma nova aplicação para iPhone, que está a ser desenvolvida por um grupo de investigadores norte-americano, faz. O Cora mete em contacto cidadãos portadores de objectos, que já não têm utilidade, com empresas que os podem usar como matéria-prima em novos projectos.

O objectivo desta iniciativa é reduzir o lixo depositado diariamente nos aterros sanitários e oceanos, contribuir para o meio ambiente e reutilizar os objectos.

Segundo o TreeHugger que cita os impulsionadores do projecto, a ideia da aplicação é simples e está explícita no seu slogan “Trash in Treasure” (Transformar lixo em tesouro, tradução livre).

O Cora permite que os cidadãos encontrem pessoas ou empresas que precisem dos seus objectos para desenvolver novos produtos e conheçam o seu destino final.

O processo é simples. Os interessados apenas têm de partilhar informação sobre o objecto que, para si, já não tem utilidade e escolher o seu próximo proprietário.

Scott James, que dirige a equipa do Cora, afirma que “algumas empresas podem até pagar por alguns objectos. Acreditamos que, se há algum objecto que não precisa, o seu vizinho pode dar-lhe uma nova vida”.

Os investigadores contam lançar a aplicação para iPhone em breve e, no futuro, chegar a outros dispositivos.

Óculos de sol 100% reciclados (com vídeo)

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O skater profissional Keith Hufnagel decidiu dar uma nova vida aos skates que já não são utilizados e criou uma colecção de óculos de sol 100% reciclados. Ideais para os dias mais quentes.

Já imaginou usar uns óculos de sol feitos de materiais provenientes de skates? Parece estranha a associação, mas o skater americano Keith Hufnagel, em parceria com a empresa de design Shwood e a a marca de roupa e acessórios HUF, decidiu juntar o melhor destes dois mundos e prepara-se para lançar uma colecção de óculos de sol sustentáveis.

A oficina da Shwood, localizada em Portland, nos Estados Unidos, foi o local escolhido para o desenvolvimento das peças que são produzidas manualmente a partir de materiais reciclados – provenientes das tábuas de madeira dos skates.

Os óculos de sol apresentam um design simples e um estilo aventureiro, sendo ideais para os dias mais quentes.

“Para a sua linha de óculos únicos e sustentáveis, Hufnagel procurou inspiração no estilo aventureiro dos jovens que andam de skate”, explica o Inhabitat.

Vale a pena ver o vídeo, abaixo, que mostra o processo de produção dos óculos recicláveis.