10 alimentos que aceleram o metabolismo

Beber água ajuda a acelerar o metabolismo.

Beber água ajuda a acelerar o metabolismo.

Um metabolismo acelerado ajuda as pessoas a manterem-se magras, mesmo quando até nem comem pouco. E o contrário também é verdadeiro… Mas é possível forçar o metabolismo a funcionar mais depressa.

Quem não conhece pessoas que comem imenso e são magras e outras que, apesar de todos os cuidados com a dieta, não conseguem demover os ponteiros da balança? O metabolismo pode ser o herói ou o vilão de uma dieta, consoante funcione mais depressa ou mais devagar. E se o seu é lentinho, não desespere, pois pode dar-lhe um empurrão com a ajuda de alguns alimentos.

1 – Água. Manter o corpo hidratado acelera o metabolismo e ajuda a ‘fintar’ a fome. Outros benefícios são o aumento da energia, a saúde do organismo e ajuda na perder peso.

2 – Amêndoas. São um dos lanches mais recomendados pelos nutricionistas, pois fornecem vitaminas e fibras ao organismo, além de a manterem saciada mais tempo do que o pão ou bolachas.

3 – Chá-verde. Os antioxidantes que contém ajudam a acelerar o metabolismo. O ideal é começar a bebê-lo logo pela manhã.

4 – Iogurte de baixas calorias. Estudos recentes apontam que ajuda na perda de peso e ainda é rico em cálcio, o dando mais uma ajuda extra nessa missão.

5 – Frutos vermelhos. São ricos em antioxidantes, fibras e têm poucas calorias. Ajudam a substituir as opções de doces e pães entre as refeições.

6 – Salmão. Grande fornecedor de ómega 3 ao organismo, uma gordura essencial para a manutenção do corpo. É é óptimo para manter a pele mais jovem.

7 – Carnes magras. As proteínas presentes nas carnes demoram mais tempo a ser digeridas, o que estica no tempo a sensação de saciedade e obriga o corpo a usar mais calorias para a sua digestão.

8 – Pimenta. Contém uma substância que acelera o metabolismo. Mas não arranje desculpas para a comer em molhos, pois estes costumam ser bastante calóricos…

9 – Alimentos ricos em vitamina B. Ricos em fibras e proteínas, com poucas gorduras, estes alimentos implicam uma digestão mais lenta, o que ajuda a mantê-la saciada por mais tempo. Não dispense ovos, carne, brócolos, cereais e legumes, entre outros. Além de acelerar o metabolismo também ajuda a combater depressão, ansiedade e cuida da pele, cabelos e unhas.

10 – Maçã. Tem poucas calorias mas acelera o metabolismo, ajudando a perder peso.

Fonte: Female First

Proteínas não são aliadas da dieta

4 jan carne

Se o objectivo é perder peso, fique atento, pois as dietas ricas em proteínas engordam mais.

Se uma das suas resoluções para 2012 é perder peso, já sabe que tem de controlar as calorias que ingere, pois são elas que se convertem em gordura. Mas se é verdade que as calorias engordam, saiba que, para a mesma quantidade de calorias, uma dieta mais rica em proteínas, engorda ainda mais.

Um grupo do Centro de Investigação Biomédica Pennington, na Luisiana, Estados Unidos, comprovou que a proporção de proteínas numa dieta influencia as alterações do gasto energético e a quantidade de músculo. Para chegarem a esta conclusão, os cientistas estudarão 25 adultos, entre os 18 e os 35 anos, aos quais deram, durante dois meses, uma dieta hipercalórica, mas com diferentes quantidades de proteínas – 5%, 15% e 25%.

No final dos dois meses, todos tinham engordado, mas uns mais do que outros. Os que ingeriram menos proteínas apenas ganharam mais 3kg, enquanto os da dieta intermédia e os da mais exagerada em proteínas, engordaram 6kg e 6,5kg, respectivamente. Segundo os especialistas, estes dois últimos regimes proporcionam quase mais 40% de energia, o que se traduz em cerca de 950 calorias diárias.

Mas verificou-se ainda outra alteração que lhe interessa. É que enquanto os que ingeriram menos proteínas conseguiram perder quase 1kg de massa magra, os restantes ganharam 3kg. Ou seja, as calorias contribuem para o aumento da gordura corporal, enquanto as proteínas afectam a quantidade de músculo e o metabolismo.

Fonte: Expansion

Dieta mediterrânica aumenta a longevidade

21 dez food

Quem segue este tipo de alimentação aumenta em 20% as hipóteses de viver mais tempo.

Rica em peixes, vegetais e frutas, a dieta mediterrânica está, desde a década de 50, cotada como a mais saudável, mas um estudo sueco vem agora comprovar que quem a segue à risca é capaz de esticar o seu tempo de vida em 20%.

O estudo feito pela Universidade de Gotemburgo debruçou-se sobre pessoas acima dos 70 anos, mas três outros estudos, ainda não publicados, um deles feito com crianças, não deixam qualquer dúvida de que esta é a alimentação que conduz a uma saúde melhor, para todos. Mas atenção, pois nesta dieta o consumo de produtos animais, como carnes vermelhas e brancas e lacticíneos é baixo, por isso, não abuse.

Fonte: Veja

Alimentos que combatem a dor de cabeça

20 dez cabeça

Seja qual for a origem, este é um problema que afecta muita gente e condiciona fortemente a sua qualidade de vida. Mas há quem defenda que é possível evitá-la através da alimentação.

ÁGUA. Segundo os especialistas, a desidratação é uma das causas da dor de cabeça. Tente beber cerca de dois litros por dia. Se a dor de cabeça surgir depois do exercício físico, prefira bebidas isotónicas.

SALMÃO. Tal como o atum, é rico em Omega 3 e por isso consegue inibir a inflamação cerebral. Junte-o às suas sandes, às saladas, ao almoço e ao jantar. As sementes de linhaça também são ricas em Omega 3.

CEREAIS INTEGRAIS. Além de serem fonte de fibras, contêm magnésio, um mineral que ajuda a combater as dores de cabeça provocadas pela TPM. Pode adicioná-los a todas as refeições. Abacates, feijão e frutos do mar têm o mesmo efeito.

AZEITE. Por ser rico em antioxidantes e vitamina E é capaz de melhorar a circulação sanguínea, reduzir a inflamação e equilibrar os níveis hormonais.

GENGIBRE. Pode ser consumido ao natural ou em forma de chá e ajuda nas náuseas e na cefaleia, devido às suas propriedades anti-inflamatórias e anti-histamínicas.

Fonte: Terra

Comer e ficar com mais fome

20 dez carne

As gorduras de origem animal são capazes de baralhar o cérebro de tal forma, que, em vez de se sentir saciado, fica ainda com mais fome.

Os efeitos da gordura na relação entre o cérebro e a digestão não param de intrigar os cientistas. Recentemente, uma investigadora da Universidade Southwestern, nos Estados Unidos, descobriu que o ácido palmítico, um componente das gorduras de origem animal (carne, leite e seus derivados), é capaz de aumentar o desejo de comer. “Ele interfere nos sinais trocados por estruturas celulares e baralha a percepção da saciedade”, explicou Deborah Clegg à revista Isto É. Essa reação faz com que a pessoa tenha vontade de continuar a comer, em vez de se sentir satisfeita.

A sua investigação mostrou que a ingestão de carnes e queijos fornece uma quantidade de ácido palmítico que depois de entrar na corrente sanguínea, após a digestão, consegue atravessar a barreira que protege o cérebro e actua em estruturas como o hipotálamo, que regula a digestão, e o hipocampo, onde essas moléculas prejudicam a memória e a cognição. “Ao penetrar em diferentes núcleos cerebrais, o ácido palmítico bloqueia a acção de hormonas envolvidas na saciedade, no peso e no gasto energético”, esclarece.

Se o objectivo é perder peso, é melhor manter estes alimentos à distância…

Fonte: Isto É

Mastigar devagar para emagrecer rápido

19 dez mastigar2

Mastigar bem os alimentos dá tempo à saciedade de se manifestar na hora certa.

Já ouviu dezenas de vezes que o cérebro precisa de 15 a 20 minutos para activar o mecanismo de saciedade, que assinala o momento certo para parar de comer. Mas não é por saber isso que passou a comer mais devagar… Mas ainda vai a tempo de mudar de hábitos, sobretudo se quer emagrecer – comer devagar implica mastigar melhor, e mastigar melhor facilita a digestão e a correcta absorção dos nutrientes.

A mastigação é o princípio do processo digestivo e tem influência no emagrecimento, garante o ortodôncio Gerson Kohler. A actuação da saliva nos alimentos facilita a digestão, já que quanto melhor mastigados, mais pre-digeridos eles chegam ao estômago e mais facilitam o funcionamento dos intestinos, um dos pilares para um emagrecimento saudável.

O processo digestivo influencia também a absorção dos nutrientes – vitaminas, proteínas e sais minerais –, aumentando a sua saciedade e diminuindo a sua vontade de comer sem parar. Ou seja, em vez de se privar de tudo o que mais gosta, talvez mastigando melhor seja mais eficaz para reduzir peso.

Fonte: Terra

Três vezes por semana faz bem ao coração

Portrait of a happy young woman coming down a escalator holding shopping bags

As mulheres que o fazem três vezes por semana podem reduzir entre 50% a 90% o risco de terem problemas cardiovasculares.

Se é mulher e quer preservar a saúde do seu coração deve esforçar-se por comer peixe pelo menos duas a três vezes por semana, e de preferência, os que são mais ricos em Omega 3, como o salmão, atum, bacalhau, arenque e cavala.

Esta é a conclusão de um estudo dinamarquês que analisou 49 mil mulheres durante oito anos e constatou que as que raramente comiam peixe revelaram 50% mais problemas cardiovasculares do que as que consumiam o alimento com frequência e 90% mais em relação às que comiam peixes ricos em Omega 3 todas as semanas.

Estes bons resultados são válidos para mulheres de todas as idades. Já sabe, de hoje em diante, conte com, pelo menos, três refeições semanais de peixes ricos em Omega 3. Pela sua saúde!

Fonte: Veja

Obesidade na Europa aproxima-se dos valores dos EUA

27 nov pizza

Os últimos dados do Eurostat são preocupantes. Em apenas um ano, o número de obsesos na Europa triplicou!

Os níveis de obesidade nos adultos europeus triplicou em apenas um ano, aproximando-se dos valores dos Estados Unidos, segundo dados do Eurostat, referentes aos ano de 2009. A percentagem de mulheres obesas na Europa passou de 8% em 2008 para 23,9% em 2009, enquanto nos homens a evolução foi de 7,6% para 24,7%! Nos Estados Unidos, a obesidade atinge 26,8% das mulheres e 27,6% dos homens.

Os países com melhores números foram a Roménia, Itália e Bulgária, e os mais ‘avantajados’ são a Estónia, Letónia, Malta e Reino Unido. Mas de uma maneira geral, é nas pessoas acima dos 65 anos que os índice de massa corporal são mais alarmantes. Outro dado salientado pelo Eurostat é que o nível de estudo das populações é inversamente proporcional ao da obesidade, ou seja, em média, quando mais elevado é o nível académico, menores são as probabilidades de sofrer de obesidade.

Fonte: El Mundo

Mulheres que trabalham à noite comem mais

23 nov noite

A culpa não é do stresse, mas do descontrolo das hormonas do apetite.

As hormonas que regulam o apetite actuam de forma desregulada em mulheres que trabalham durante a noite, fazendo com que ganhem mais peso, por alterar o seu padrão de apetite.

Uma equipa da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Campinas, no Brasil, comparou os mecanismos de fome e saciedade de 24 mulheres (metade trabalhava de noite e a outra metade, de dia), com idades entre os 25 e os 45 anos, com o mesmo padrão de actividade física e índice de massa corporal.

A grande descoberta foi que o que leva as mulheres que trabalham de noite a comer mais não é, afinal, o stresse, como se pensava até aqui, mas sim as hormonas. Enquanto normalmente, a hormona grelina atinge o seu pico, desencandeando a hora de comer, mas baixa com a sensação de saciedade, nas mulheres que trabalham à noite, a grelina não baixa depois da refeição, o que impede as impede de se sentirem saciadas.

Ora, como explicou uma das especialistas envolvidas no estudo, quando não nos sentimos saciados, tendemos a comer pouco, mas com mais frequência e, geralmente, não optamos pelos alimentos mais saudáveis e de baixas calorias, o que contribui para o aumento de peso.

Obesos comem menos vezes, mas ingerem mais calorias

Depois de muitas horas sem comer, quem é capaz de pegar só num?...

Depois de muitas horas sem comer, quem é capaz de pegar só num?...

Quanto mais horas estiver sem comer, maior será a vontade de devorar o que lhe aparecer à frente quando se sentar à mesa…

Qualquer médico lhe diz que o ideal para perder peso é fazer três refeições e dois lanches diariamente, e claro, fazer exercício físico. Porém, isto é exactamente o que não fazem as pessoas que têm excesso de peso ou sofrem de obesidade. É esta a conclusão de um estudo publicado no Journal of the American Dietetic Association, que constatou que as pessoas com excesso de peso comem menos vezes ao dia, consomem mais calorias e são menos activas do que as que têm o peso certo.

O estudo feito pela Universidade de Marywood, na Pensilvânia, Estados Unidos, acompanhou 250 pessoas durante um ano – uma parte tinha um Índice de Massa Corporal entre 25 e 47 (acima do desejável), e outra parte tinha um IMC entre 19 e 24,9 (tinham peso normal). A conclusão é que, em média, as pessoas com peso normal comem três refeições e dois lanches por dia, enquanto o grupo com excesso de peso fazia apenas três refeições e um lanche. Mas apesar de comerem menos, estas pessoas consumiam mais de 2000 calorias diariamente, enquanto as do outro grupo se limitavam a uma média de 1800.

O estudo revelou também que quem consegue manter o peso, queima cerca de 3000 calorias por semana com exercício físico, enquanto o grupo de pessoas com excesso de peso ou obesidade não vai além das 800 calorias.

Fonte: Veja