Síndrome do fim-de-semana competitivo

Isto é o que a maioria das pessoas deseja fazer no fim-de-semana... nada!

Isto é o que a maioria das pessoas deseja fazer no fim-de-semana... nada!

Como se não bastasse o stresse durante a semana, cada vez mais pessoas sofrem deste ‘novo’ mal, que não as deixa descansar em paz.

A sexta-feira à noite é o momento mais aguardado da semana. A maioria das pessoas que trabalha, entra em contagem decrescente logo à segunda-feira de manhã, na ânsia daqueles dias em que poderá finalmente voltar ao dolce farniente. Mas quem sofre da ‘síndrome do fim-de-semana competitivo’ não encara estes dias de descanso da mesma forma.

Antigamente, o sábado e o domingo era desejados porque as pessoas podiam dormir até mais tarde, comer fora de horas, ver televisão, ler os jornais ou livros, e encontrarem-se com os amigos sem compromisso. Porém, nos últimos anos isso mudou, e, hoje, parece que todos têm de arranjar programas interessantíssimos e excitantes para poderem contar aos colegas na segunda-feira. Para muitas pessoas isto gera um verdadeiro stresse e leva-as a inventar histórias para não ‘ficarem mal’ perante os colegas.

Segundo o Daily Mail, o Facebook veio aumentar ainda mais esta pressão, pois é um ‘local’ onde as pessoas tentam parecer mais interessantes do que realmente são, obrigando-as a puxar pela imaginação para relatarem actividades originais, que não fizeram, mas que acham que deveriam ter feito.

Mas a verdade é que, segundo o jornal, várias sondagens demonstram que o que a maioria das pessoas realmente quer é descansar e ‘esquecer’ o resto do mundo até segunda-feira. Ainda assim, uma em cada três pessoas vai exagerar ao relatar aos colegas o que fez durante o fim-de-semana.

Cumpra os seus objectivos!

Não desista de encher o mealheiro.

Não desista de encher o mealheiro.

Se é das poucas pessoas que ainda não desistiu das resoluções para o novo ano, mas está quase… veja como não ficar a meio do caminho.

ARRANJE UM CONTROLLER. Se tem receio de desistir, peça a alguém que lhe cobre resultados. Diga-lhe quais as etapas e prazos que definiu para atingir o objectivo e peça-lhe para confirmar consigo que está a conseguir cumprir o que estipulou. Se quer deixar de faltar ao ginásio, marque com essa pessoa um controlo semanal, por exemplo. Se o objectivo é poupar dinheiro, partilhe os montantes que pretende juntar no final de cada mês para que ele possa ‘pedir-lhe contas’ nos prazos estipulados. Se começar a falhar, converse com o seu ‘controller’ para perceber o que correu mal e estabeleça novos prazos.

MOTIVE-SE. Crie uma envolvente agradável para atingir o que pretende. Para ir mais vezes ao ginásio, compre um equipamento novo, com que se sinta melhor, ou coloque novas músicas no iPod para treinar com mais prazer. Já sabe que em relação ao ginásio, o que custa são as primeiras vezes, pois se conseguir umas quantas vezes seguidas, rapidamente ficará ‘viciado’ e sem vontade de faltar. Se o objectivo é fazer dieta, compre uns pratos mais pequenos, mas giros, invista numa lancheira nova para levar iogurtes e fruta para o trabalho, e procure fazer comidas saudáveis, mas de que goste e apresente-as bem no prato – umas folhas de alface e umas rodelas de tomate, ou salsa picada, tornam qualquer prato mais agradável à vista.

DEIXE-SE DE DESCULPAS. Arranjar justificações para não fazer aquilo a que nos propomos é o mais fácil que há, mas lembre-se que não passam de desculpas. Não ceda às sobremesas à hora de almoço só porque todos os colegas comem – se eles se atirassem de uma ponte também os seguiria?… Da mesma forma, não justifique um cigarro só porque o seu chefe lhe pediu a antecipação de um relatório. Acha que voltar a fumar vai acelerar o processo?…

ACREDITE EM SI. Elimine as frases negativas do seu vocabulário. Dizer que não consegue fazer dieta ou deixar de fumar é mentira – qualquer pessoa consegue, desde que tenha vontade. Esse ‘não consigo’ está apenas a tentar disfarçar um ‘não quero’ ou ‘dá muito trabalho’…

COMPROMETA-SE A SER MELHOR. É sempre mais fácil deixar as coisas como estão, dá muito menos trabalho. Mas é feliz assim? Prefere continuar a lamentar-se por não conseguir perder essa barriguinha, a ter pesadelos sobre cancro do pulmão ou a chegar a meio do mês sem dinheiro? Lembra-se quando os seus pais lhe diziam ‘nada se consegue sem esforço’? É mesmo verdade. Mas uma coisa lhe garantimos, será uma pessoa mais feliz e com mais autoconfiança se conseguir concretizar as suas metas.

BOA SORTE!

Argumentar com os pais torna os jovens mais fortes

Ensine-o a não desistir facilmente... mesmo consigo.

Ensine-o a não desistir facilmente... mesmo consigo.

Não tente ganhar todas as discussões com o seu filho. Por vezes, ser um bom pai é deixá-lo expôr as suas razões até ao fim, mesmo que já saiba qual vai ser a resposta.

Não é uma boa técnica ter sempre a última palavra nas discussões com o seu filho. Novos estudos revelam que adolescentes que desistem facilmente durante as discussões com os pais, terão mais dificuldade em resistir às pressões dos amigos para abusar de álcool e drogas, do que aqueles que argumentam de forma mais persuasiva e persistente.

Isto não significa que o deixe ganhar todas as discussões, mas sim que as ‘discussões’ entre pais e filhos são um bom treino para a forma como os filhos vão conseguir lidar com os colegas à medida que crescem. “Eles têm de aprender a fazer valer o seu ponto de vista, e o que aprendem em casa pode influenciar bastante as relações com os colegas e amigos”, opina a co-autora do estudo.

É verdade que é mais fácil educar os filhos a acatarem os pontos de vista dos pais, mas é um princípio que se pode revelar consequências negativas no futuro. O estudo foi realizado por psicólogos da Universidade de Virginia, nos Estados Unidos, junto de 157 adolescentes, e começou por observar as suas relações com os pais quando tinham 13 anos e terminou quando tinham 15 e 16 anos.

As conclusões não deixaram margem para dúvidas: os adolescentes que recuavam rapidamente nas discussões com os pais e que não sentiam o seu apoio quando lhes pediam conselho sobre os seus problemas, eram mais facilmente influenciados negativamente pelos colegas – a consumir droga e álcool -, do que aqueles que não desistiam nas discussões e se sentiam escutados e apoiados pelos pais quando lhes pediam conselhos.

Mais importante que insistir na submissão dos mais novos, o importante é ensinar o seu filho a expôr os argumentos de forma calma e assertiva e a não desistir facilmente.

Fonte: Time

Blogging ajuda adolescentes a ganhar confiança

A internet nem sempre é um bicho papão para os mais jovens.

A internet nem sempre é um bicho papão para os mais jovens.

Numa fase da vida em que lidar com as emoções é difícil, escrever num blog pode ajudar os adolescentes a tornarem-se mais abertos ao mundo e confiantes socialmente.

Felizmente que nem tudo é mau quando se fala em internet e jovens. Um estudo israelita, que observou 161 adolescentes, entre os 14 e os 17 anos, constatou que escrever online pode ajudar os adolescentes que se sentem isolados e que têm dificuldades em socializar.

Os adolescentes foram integrados em vários grupos. Em quatro deles escreviam num blog duas vezes por semana – um grupo escrevia sobre os seus problemas em conviver, num blog aberto a comentários, outro escrevia sobre o mesmo tema mas num blog fechado, um terceiro discorria sobre qualquer assunto num blog aberto e, finalmente, o quarto grupo também escrevia sobre tudo, mas num blog fechado. Os restantes adolescentes foram divididos e uma parte foi convidada a escrever um diário no computador e a outra a não escrever nada.

Todos os que escreveram em blogues registaram melhorias significativas ao fim de 10 semanas. Estas melhorias foram reconhecidas pelos próprios e também confirmadas por especialistas que não sabiam em que grupo tinham estado integrados. Os jovens reconheceram sentir-se mais confiantes, com melhor auto-estima e mais confortáveis em situações de convívio. Os que escreveram em blogues que permitiam comentários apontaram melhorias ainda mais significativas.

Os autores do estudo destacam que os blogues são um espaço onde os jovens se sentem seguros para expressar o que pensam e as suas emoções, num meio que é muito popular entre eles.

Fonte: Time

Homens cada vez mais preocupados com o corpo

Menos álcool e mais fruta dariam uma ajuda...

Menos álcool e mais fruta dariam uma ajuda...

Afinal, não é só o actor Daniel Craig que não está satisfeito com o seu corpo (no seu caso, os joelhos…). Uma sondagem feita na Grã-Bretanha revela que 35% dos inquiridos trocariam um ano dsa suas vidas para ficar em melhor forma.

Quatro em cada cinco homens, que participaram numa sondagem online na Grã-Bretanha, assumem-se insatisfeitos com o corpo, especialmente com a ‘barriga de cerveja’ e a falta de músculos. 35% dos inquiridos admitiram mesmo que estariam dispostos a trocar um ano das suas vidas para ficar em forma e no peso ideal.

Geralmente, pensa-se que são as mulheres que dão grande importância ao corpo, mas afinal os homens também falam bastante sobre o assunto entre eles. E segundo esta sondagem – feita pela Universidade West of England, com quase 400 homens – as conversas masculinas são ainda mais focadas no tema do que as femininas. Mais de 80% dos inquiridos disseram falar sobre a aparência uns dos outros, sobretudo no que respeita ao peso, falta de cabelo e forma física. No caso das mulheres, apenas 75% admitiram que o faziam. Cerca de 60% dos homens disseram que os seus braços, peito e barriga não são suficientemente musculados.

“Esta sondagem vem mostrar que não são apenas as mulheres que falam sobre a forma física e que, em muitos casos, esta preocupação nos homens demonstra uma crescente obsessão com a aparência”, conclui a responsável da organização YMCA, que também participou no estudo.

Fonte: Terra

1 em cada 10 mulheres faz dieta a vida toda

4 jan dieta2

Mais uma vítima da balança...

E as outras nove devem ir fazendo e desistindo, fazendo e desistindo…

A relação das mulheres com a comida é complicada. Passam a vida toda a tentar emagrecer, mas, a maioria, sem qualquer sucesso. Uma sondagem publicada pelo Female First indica que 10% passa a vida adulta a tentar emagrecer.

As principais razões porque não conseguem ser bem sucedidas têm a ver com a ineficiência dos métodos escolhidos, o que as leva rapidamente à desistência e à frustração. O principal erro é o de saltar refeições na tentativa de perder peso, o outro é o de eliminar alimentos da dieta diária. O resultado são os frequentes ataques de fome, que acabam por levar a maioria das mulheres ‘em dieta’ a comer o que devem e não devem, mesmo depois de dias de comportamento exemplar.

Se está mesmo decidida a perder peso, estes três conselhos – desde que seguidos à risca… – podem dar a ajuda decisiva.

BEBA ÁGUA ANTES DAS REFEIÇÕES. Um estudo feito com 48 voluntários revelou que beber dois copos de água antes da refeição ajuda a emagrecer. Em 3 meses, os que mantiveram este hábito conseguiram perder o dobro do peso em comparação com os outros.

NÃO SALTE O PEQUENO-ALMOÇO. É um erro crasso, pois não só vai manter o seu metabolismo adormecido – impedindo de queimar gordura até ter algo no estômago com que se entreter -, como vai fazê-la comer muito mais quando chegar ao almoço.

FAÇA UM DIÁRIO DO QUE COME. Tal como acontece com o dinheiro que gastamos, só temos a noção do que realmente comemos quando apontamos tudo. É uma tarefa chata, mas pelo menos, vai retirar-lhe o argumento ‘mas eu não como nada que engorde…’. Anote tudo, desde a bolacha de chocolate que a colega da recepção lhe oferecer, às 5 colheres de mousse de manga que desviou da taça do seu mais-que-tudo, aos dois vodkas-laranja que bebeu na festa da sua amiga. Vários estudos provam que anotar tudo o que come e bebe ajuda as pessoas a perder peso duas vezes mais rápido do que quem não o faz.

Fonte: Terra

O que o seu brinquedo favorito diz de si

Este estilo descontraído vai manter-se quando forem maiores.

Este estilo descontraído vai manter-se quando forem maiores.

Criar um estilo leva tempo, mas começa logo na infância.

 Os brinquedos que escolheu quando era criança dizem muito sobre a sua personalidade e sobre o estilo de vestir que tem hoje.

Barbie. Meninas que adoravam brincar com a boneca mais chique, cresceram num mundo muito feminino. Tornaram-se, geralmente, mulheres sofisticadas, que gostam de seguir as últimas tendências de moda. Vestidos glamourosos e stilettos não faltam no seu guarda-roupa.

Pequenos animais. Se estes eram os seus brinquedos preferidos, quase de certeza que continuam a influenciar o seu estilo. Casacos, vestidos e lingerie com motivos animais são os seus itens favoritos.

Bicicleta. Se não conseguia ficar muito tempo sentada a brincar com bonecas ou ursinhos de peluche, tem, certamente, um estilo descontraído, mas ainda assim, feminino. Tops, saias e vestidos são as suas peças favoritas, mas quase sempre acessorizados com uns ténis.

Bonecas. Para quem as bonecas eram a companhia na infância, o estilo é clássico e básico. A funcionalidade e o conforto é o que elege quando compra roupa. E sempre que pode, não dispensa as leggings com uma túnica ou uma camisola de lã comprida.

Jogos de computador. Privilegia o conforto acima de tudo. Cabelo quase sempre apanhado, roupas largas e confortáveis, de preferência com um corte masculino, são a sua imagem de marca. Mas o seu estilo, apesar de casual é sempre elegante.

Fonte: Lucky Mag

Não se deixe dominar pela ansiedade

3 jan ansiedade

Desacelere, antes que a sua saúde a obrigue a parar.

Hoje é bombardeada por solicitações a todo o momento e, ainda que não dormisse, seria incapaz de dar conta de tudo. À sua volta, todas as mensagens lhe dizem que deveria ser perfeita com a família, com os amigos, no amor, no trabalho, mas, infelizmente, sente-se longe disso. E se não tomar cuidado, começa a sofrer de insónias, tonturas, faltas de ar, palpitações… Ponha um travão, antes de atingir esse ponto .

DEFINA O QUE É IMPORTANTE. Mas o que interessa é o que é importante para si, e não para os outros. Esqueça os corpos esculturais que vê nas revistas, a carreira de sucesso da sua amiga, os livros que ainda não teve tempo de ler. Para perceber o que é realmente importante tem de parar e refletir no que a torna única e no que lhe dá prazer. Só quando parar é que perceberá que se sente perdida no meio de tantas solicitações e conseguirá encontrar as respostas que procura.

VIVA O PRESENTE. Quando a sua lista de tarefas parece a conta do supermercado no início do mês, procure não pensar na dificuldade que terá em fazer tudo. Comece a agir. “Quando vivemos o presente, não pensamos nas mágoas do passado e minimizamos a ansiedade pelo que vai acontecer no futuro”, diz Márcia De Luca, autora do livro Ayurveda – A Cultura de Bem Viver. Isto consegue-se focando-se numa actividade de cada vez. Se está a tomar banho, simplesmente tome banho. Quando conduz, limite-se a ouvir música. É um treino. De pouco lhe adianta stressar com o que tem para fazer quando não está em condições de fazer nada. Faça uma lista de metas exequíveis, defina o que precisa para as alcançar e depois desligue e concentre-se no que tem de fazer já. “Se não vivermos o presente, a vida deixará de ser uma aventura e será apenas uma necessidade obsessiva de chegar a algum lado ou fazer alguma coisa”, escreve o conselheiro espiritual Eckhart Tolle em O Poder do Agora.

PARTILHE O COMANDO. Provavelmente está sempre a acusar o seu chefe de não saber delegar, de não confiar nos outros, mas, e você, delega naqueles que estão à sua volta?… Pedir ao marido que faça o jantar, à sua mãe que vá buscar a neta ao ballet ou à sua irmã que compre a prenda da sua mãe, ajuda a tirar-lhe peso de cima. “Achar que tem o controle da situação é uma ilusão”, diz o psicólogo Bernard Rangé, “o controlador fica em vigilância, gasta energia e pode cair em exaustão”.

Fonte: Cláudia

Passe do pensamento à acção

1 jan 12 pensar

Siga os passos da Programação Neurolinguística para transformar as suas resoluções de ano novo em realidade.

A PNL – Programação Neurolinguística estuda a percepção que cada pessoa tem do mundo e é cada vez mais usada para melhorar a comunicação, conseguir implementar mudanças duradouras na nossa vida e também para desenvolver a excelência pessoal, relacional e profissional. Esta ciência pode ser de grande utilidade para conseguir alcançar os objectivos que traçou para este ano. Sobretudo, se já tentou antes e não conseguiu, vale a pena seguir estes conselhos. Terá fortes probabilidades de conseguir finalmente atingir as suas metas.

FORMULE O OBJECTIVO PELA POSITIVA. Transforme o ‘quero perder peso’ em ‘o meu objectivo é chegar aos 56 quilos’. Este é o primeiro princípio da PNL, segundo a qual o cérebro retém as palavras que usamos. Se alguém lhe disser ‘não pense em dinheiro’ será exactamente nisso que vai pensar de seguida. Por isso, é tão importante que formule os seus desejos pela positiva. Em vez de ‘quero deixar de fumar’, use ‘quero tornar-me mais saudável’. No lugar de ‘não posso gastar tanto dinheiro’, pense ‘quero juntar 700 euros até ao fim do ano’.

ESTABELEÇA OBJECTIVOS CONCRETOS. Siga o exemplo das crianças quando rezam, e formule os seus desejos de forma muito concreta. O cérebro não funciona com abstrações, por isso não basta dizer que quer encontrar o amor da sua vida, é importante que detalhe um pouco mais – quer encontrar alguém que tenha valores semelhantes aos seus, que dê muita importância à família e que queira ter filhos, por exemplo – para saber exactamente o que procura. De outra forma corre o risco de deixar ‘escapar’ pessoas que preencham os seus requisitos ou de se envolver com outras que não tenham nada a ver com eles.

PONDERE GANHOS E PERDAS. Antes de avançar, tenha bem presente o que vai ganhar e perder para alcançar o que deseja. Perder peso vai, necessariamente, implicar que não poderá continuar a comer da mesma forma, poupar dinheiro talvez obrigue a trocar o pequeno-almoço com a sua colega no café junto ao emprego por uma refeição mais saudável em casa. É importante perceber se está preparado para abdicar de algumas coisas, antes de dar o primeiro passo.

AVALIE OS SEUS RECURSOS. Analise se tem tudo o que precisa para alcançar o que quer e detecte o que pode estar a faltar que impeça de concretizar o que deseja. Talvez tenha de sair da sua zona de conforto. Se, por exemplo, quer encontrar um parceiro, fazer o mesmo de sempre e continuar a frequentar os mesmos sítios talvez não seja o mais indicado. Há que mudar de hábitos, ir a novos sítios, sair com pessoas diferentes.

TRACE UM PLANO DE ACÇÃO. É importante que a meta esteja bem definida, mas lembre-se que, em relação ao caminho, a flexibilidade ajuda, pois, muitas vezes, há mais do que uma forma de chegar onde pretende. O primeiro passo é, geralmente, o que mais custa, mas a partir daí siga os caminhos que parecem mais de acordo com a sua personalidade. Se o objectivo é fazer dieta, procure uma que se adeque ao seu estilo de vida. Pensar em comer apenas sopas, fruta e salada quando esse nunca foi o seu estilo, talvez não seja o melhor. Nesse caso, porque não tentar reduzir as doses que põe no prato e limitar os doces a uma vez por semana?…

Qual a idade de ouro das mulheres?

1 jan 12 Emma_Thompson-MoC-NMR-07

Aos 52 anos, Emma Thompson irradia beleza e confiança.

É a partir dos 50 que as mulheres conseguem, finalmente, aceitar-se como são e viverem felizes com a imagem que vêem no espelho.

Depois de uma vida dedicada a dietas, cremes anti-rugas e anti-celulite, e muita maquilhagem para disfarçar tudo e mais alguma coisa, as mulheres parecem finalmente aceitar-se como são depois dos 50 anos.De acordo com o Daily Mail, uma sondagem mostrou que a idade da confiança feminina são os 52 anos. Dois terços das entrevistadas disseram que se sentiram mais confortáveis e felizes com o seu corpo e com o seu estado emocional nessa idade.

Das 3 mil mulheres entrevistadas pelo site Myspecialk.co.uk, metade reconheceu que nessa idade já tinham finalmente conseguido perder o excesso de peso que tanto as incomodara. Mas a verdade é que a partir dos 50 anos, com o amadurecimento emocional, as mulheres passam a conhecer e a lidar melhor com os seus pontos fortes e fracos, o que também dá uma grande ajuda.

Fonte: Terra