Bem-estar dos pais aumenta após nacimento de uma criança

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Uma das investigações foi realizada com casais a viver na Alemanha e no Reino Unido e outra feita com base nas respostas das famílias norte-americanas a dois inquéritos nacionais. Os trabalhos foram apresentados no encontro anual da Population Association of America, uma organização sem fins lucrativos dedicada ao estudo de questões populacionais, e divulgados pelo jornal USAToday.

“Não encontrámos nenhuma prova que indique que o bem-estar parental diminua depois do nascimento de uma criança. Encontramos dados que confirmam que o bem-estar aumenta enquanto as pessoas estão a planear e à espera do nascimento de uma criança e também no primeiro ano de vida do filho”, assinala o estudo realizado por investigadores do Max Planck Institute, na Alemanha.

Os cientistas que analisaram “os níveis de felicidade” de casais britânicos e alemães, durante cinco anos antes de ter um filho e nos cinco anos seguintes ao nascimento, concluíram que o impacto de um filho é, de forma geral, positivo. Os níveis de felicidade dos pais foram comparados com os níveis que estas mesmas pessoas tinham quando não tinham filhos.

O estudo europeu considera que há factores, como a idade, que podem ter uma importante influência no bem-estar. Segundo explicam, as pessoas que se tornam pais em idades mais jovens têm uma maior tendência para uma redução da sua felicidade, enquanto que os que têm os filhos mais tarde conseguem níveis mais altos de felicidade após o nascimento da criança. Por outro lado, os investigadores notaram ainda outro dado interessante: a felicidade vai mudando com o número de filhos.

“O primeiro filho aumenta significativamente a felicidade. O segundo aumenta um pouco, e o terceiro já não aumenta de todo”, nota Mikko Myrskylä, co-autor da investigação Felicidade dos que não têm filhos.

Um outro estudo analisou os dados de dois inquéritos realizados nos EUA entre 1972 e 2008 e concluiu algo diferente. As respostas mostram que os pais eram menos felizes do que as pessoas sem filhos na década entre 1985-95, mas daí para a frente (até 2008) revelam que os pais são mais felizes.

Chris Herbst, investigador da Arizona State University e co-autor do estudo, avança com uma explicação, sugerindo que o nível de felicidade dos pais não aumentou de facto. O que diminuiu, defende, foi a felicidade das pessoas sem filhos o que faz com que os pais pareçam mais felizes por comparação.

Até agora, a maioria dos estudos indicava que a felicidade dos casais podia ser lida como um gráfico em forma de U, em que existe um pico na altura do casamento e enquanto não existem filhos, uma quebra quando eles nascem e depois uma recuperação para os níveis anteriores, à medida que os filhos vão ganhando a sua autonomia.


20 dicas para ter a casa sempre arrumada

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Depois de um dia de trabalho, o que menos apetece é chegar a casa e ainda ter de arrumar os livros e documentos que ficaram espalhados no sofá. Porque há dias em que corremos contra o relógio, saiba como manter cada divisória da sua casa organizada e arrumada. O seu bem-estar agradece!

Tudo o que terá de fazer é seguir as 20 dicas que o site brasileiro MdeMulher sugere:

1. Sala de estar
Este espaço deve estar sempre em ordem, pois é aqui que recebemos normalmente as visitas e que passamos grande parte do tempo.

2. Sofá
As almofadas servem para criar um espaço confortável e não para atrapalhar a sua vida. Mantenha-as arrumadas e as mantas dobradas e empilhadas em móveis ou estantes.

3. Sempre à mão
Deixe as cartas do correio, as chaves de casa e da garagem sempre num mesmo sítio. Assim, nunca correrá o risco de perder objectos.

4. Livros, CDs e DVDs organizados
Arrume os livros nas prateleiras e os DVDs e os CDs coloque-os perto da televisão, seguindo uma ordem: género, título ou autor.

5. Quarto
Arrume bem as roupas, acessórios e malas. Se as roupas estiverem arrumadas, será mais fácil encontrá-las.

6. Cama
Cama feita com colcha bem esticada dá um toque organizado e tranquilo ao quarto. Se gosta de almofadas na cama, não exagere na quantidade. As almofadas maiores devem ficar atrás, encostadas à cabeceira.

7. Gavetas
Não deve colocar os objectos directamente nas gavetas. Deve procurar arrumá-los de forma organizada. Guarde remédios e produtos de maquilhagem em caixas de papel e plástico e documentos em pastas.

8. Armário
Faça uma vistoria ao seu armário da roupa, pois deve ter peças que já não utiliza há anos. Além disso, coloque as peças de Verão na prateleira mais alta e as de Inverno mais acessíveis.

9. Roupas
Escolha cabides do mesmo material e de várias espessuras para aguentar qualquer peso. Não economize na quantidade. Peças de tecidos finos ou com pouco uso podem ser cobertas por capas algodão.

10. Cozinha
Divida as prateleiras por produtos. Para que possam estar sempre à mão, reserve um espaço para a louça, utensílios e mantimentos diários.

11. Dentro do armário
Arrume os pratos, as chávenas e as tigelas de forma funcional e prática para o dia-a-dia. Coloque os copos e pratos mais próximos das portas dos móveis, pois são objectos usados todos os dias. Os talheres devem ser arrumados em gavetas com separadores.

12. Estantes abertas
Evite deixar latas e embalagens de alimentos abertas nas prateleiras. Opte por utilizar caixas que conservam os produtos e dão um toque de arrumação ao espaço.

13. Utensílios
As panelas podem ser guardadas num armário, e as que não utiliza com tanta frequência podem ser penduradas. Opte por expor sempre as peças mais bonitas – a ideia é também decorar a cozinha.

14. Receitas
Livros e papéis sobre cozinha devem ser arrumados em pastas e organizados tendo em conta o tipo de comida.

15. Casa de banho
Evite espalhar produtos de higiene pela casa de banho. Os remédios devem ser colocados num local arejado e longe das crianças. Se tem bastante espaço livre, invista em armários ou outros sistemas de arrumação adaptados ao seu estilo e encha-os de mimos.

16. Toalhas
O ideal é usar jogos de toalhas completos. Guarde as toalhas de rosto juntamente com as de corpo, de forma a não perder tempo a procurá-las.

17. Guarde bem
Organize os produtos de higiene que tem de reserva, como champôs e pastas de dentes, em caixas. Não deixe nada fora do lugar.

18. Produtos de limpeza
Arranje um espaço só para os produtos de limpeza.

19. Produtos novos vs produtos em utilização
Separe os produtos de limpeza que estão a ser utilizados dos que ainda não foram usados.

20. Tudo no lugar
Cestos para a roupa suja facilitam o trabalho de limpeza. Tenha ainda um espaço só para as roupas lavadas.

Comer pouco mantém o cérebro jovem

20 dez comer pouco

Uma molécula que estimula os genes ligados à longevidade e ao bom funcionamento do cérebro é activada pela baixa ingestão de calorias. Solução: reduzir as doses!

Comer com moderação, já não é apenas uma questão de saúde e formosura, mas também de longevidade. Cientistas da Universidade Católica do Sagrado Coração de Roma descobriram que a molécula CREB1, que estimula os genes relacionados com a longevidade e o bom funcionamento do cérebro, se activa no cérebro de ratos submetidos a uma dieta baixa em calorias.

Este estudo poderá ter importantes implicações para o desenvolvimento de futuros tratamentos para manter o cérebro jovem e prevenir a sua degeneração e o processo de envelhecimento. O objectivo dos cientistas é encontrar um modo de activar esta molécula com fármacos, de modo a manter o cérebro jovem sem necessidade de… passarmos fome!

O teste da conversa funciona

A boca só se deve abrir para respirar.

A boca só se deve abrir para respirar.

Nunca ouviu um instrutor chamar-lhe a atenção por conversar com uma amiga enquanto anda ou corre na passadeira? Ele tem razões para o fazer.

A maioria dos equipamentos que medem a frequência cardíaca não são usados por quem faz exercício com alguma ‘ligeireza’. Ou porque são caros, ou porque fica sem saber onde os colocar ou porque se esquece! O curioso é que há uma forma bem simples de avaliar a intensidade do seu esforço e nem precisa de qualquer aparelho.

Investigadores da Universidade de New Hampshire, nos Estados Unidos, confirmaram que o teste da conversa consegue fazer essa avaliação muito bem. Depois de submeterem a um teste de esforço progressivo 15 pessoas, entre os 18 e os 35 anos, avaliando a sua intensidade através de análise ventilatória, nível do ácido láctico no sangue e o teste da conversa, concluiram que os dois últimos conseguem o mesmo grau de fiabilidade.

Ou seja, se consegue conversar enquanto faz exercício é porque a sua frequência cardíaca ainda não atingiu os níveis ideais de esforço. Quando já lhe custa falar a frequência cardíaca deve estar entre os 80 e 90, o que corresponde a uma intensidade de exercício moderada a elevada, e só quando já não consegue manter uma conversa decentemente é que a intensidade está realmente elevada e a sua frequência acima dos 90.

Fonte: Veja

União Europeia pondera rever data de validade dos alimentos

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Com 79 milhões de pessoas no limiar da pobreza, a UE desperdiça anualmente cerca de 89 milhões de toneladas de produtos em bom estado!

É difícil acreditar nestes dados, mas eles são oficiais e fornecidos pelo Parlamento Europeu, que está a debater a possibilidade de modificar a norma que regula os prazos de validade de alguns alimentos, para alargar a sua vida útil.

A Comissão para o Meio Ambiente do Parlamento Europeu está a analisar várias propostas para melhorar a eficiência da cadeia de produtos alimentares, e uma das mais citadas foi a de alterar as normas sobre a caducidade, baseadas em rigorosos requisitos de qualidade, que obrigam a deitar fora toneladas de alimentos, que ainda estão aptos para consumo. Muitos dos participantes desta discussão advogam a recuperação destes produtos para serem repartidos pelas populações mais necessitadas, levantando-se contudo a questão da sua distribuição.

Dos quase 80 milhões de europeus que vivem no limiar da pobreza, cerca de 16 milhões recebem a ajuda de organizações de beneficiência, mas muitas mais pessoas poderiam beneficiar de uma melhor distribuição destes excedentes, que acabam por ir parar ao lixo, apesar de ainda estarem em condições de ser consumidos.

Reforce a sua dose de serotonina

A girl playing with her chewing gum

É ela que melhora o seu humor, inibe a fome desenfreada, ajuda a dormir melhor e alivia a dor.

OUÇA MÚSICA. Além de aumentar os seus níveis deste neurotransmissor, reduz também o cortisol, que gera stresse. Ritmos suaves diminuem a frequência cardíaca e actuam como calmantes naturais. Batidas aceleradas funcionam para libertar a tensão cantando e dançando.

APANHE SOL. Lembra-se que no Inverno é frequente ficar mais sonolenta, com menos energia e com mais fome? A culpa é da falta de sol, pois é ele, que de forma natural, eleva a produção de serotonina.

MASQUE PASTILHAS. O exercício físico é antidepressivo e para ser eficaz não é preciso transpirar. Basta distrair-se com uma pastilha na boca e já estimula a serotonina, reduz a fome e relaxa, garante a investigadora americana Carol Hart.

Fonte: Boa Forma

Há quem não queira ir de férias!

Stress

As pessoas que sofrem do Síndrome do Executivo têm receio de se afastar do posto de trabalho e não conseguem ‘desligar-se’ mesmo durante as férias.

Talvez não seja o seu caso e até pode achar que não conhece ninguém assim, mas existem muitas pessoas a sofrer do Síndrome do Executivo e talvez a maioria nem o admita – ou porque nem detecta o problema ou porque tem vergonha de dizer aos colegas que preferia não ir de férias.

Para estas pessoas que temem abandonar o seu posto de trabalho porque ficam sem saber o que se passará na empresa durante a sua ausência, desligar é fundamental. De acordo com Fernando Miralles, professor de psicologia da Universidade CEU San Pablo, estas pessoas devem descansar, pelo menos, 14 dias seguidos, dormir sestas de meia-hora, esquecer o relógio em férias e só ligar o telemóvel duas vezes por dia.

Segundo este especialistas, estas pessoas têm geralmente um grau de perfeccionismo elevado e receiam que a sua ausência mostre que não são imprescindíveis como julgam ser. Geralmente, durante as férias procuram actividades igualmente stressantes e falam de trabalho a maior parte do tempo.

Se os telemóveis já vinham impedindo este tipo de pessoas de ‘desligar’ durante as férias (lembra-se do seu vizinho de toldo que passava o dia ao telefone com a secretária ou com os membros da equipa?), com a chegada dos smartphones a situação agravou-se – agora podem receber e responder a emails a qualquer momento, impedindo-as de períodos de descanso prolongados.

É verdade que a maioria destas pessoas procura o trabalho nas férias, ou seja, são elas que ligam para o escritório para saber como estão a correr as coisas e não os colegas que lhes ligam a pedir ajuda, mas para Fernando Miralles é fundamental que as empresas tomem acções para evitar estes comportamentos: “Um trabalhador que está de férias não deve continuar a trabalhar á distância, pois precisa de descansar e ganhar forças para ser produtivo nos meses seguintes”.

Fonte: Periodista Digital

Emagreça como um homem

26 de julho gym2

Eles são mais determinados quando se trata de cumprir uma dieta ou ir ao ginásio. Inspire-se no modelo masculino para atingir os seus objectivos.

É verdade que eles não são tão dependentes dos doces e podem comer doses maiores do que as mulheres, mas isso não chega para justificar por que razão eles conseguem cumprir melhor uma dieta ou um plano de treinos. Repare onde estão as diferenças e anule-as.

FOCO NO EXERCÍCIO. Talvez você até vá ao ginásio com regularidade, mas se passa o tempo a mudar de actividades, não pára de falar com a sua amiga durante a meia-hora que está na passadeira, prolonga as pausas dos exercícios para conversar com o monitor, dificilmente verá mais resultados do que um corpo um pouco mais tonificado. Os homens quando vão ao ginásio não é para conversar, mas para se exercitarem. Eles focam-se no objectivo, seja ele perder peso ou ter uns abdominais mais trabalhados, e não desistem enquanto não o conseguem. Assim, da próxima vez que for ao ginásio, converse com um monitor sobre os seus objectivos e veja com ele qual a modalidade ou o o plano de cardio mais eficaz para lá chegar. Depois, é só lembrar-se que enquanto estiver no ginásio é para suar as estopas e não para exercitar a língua.

SEJA COMPETITIVA. Eles são hipercompetitivos e estão sempre de olho no homem do lado para levantar mais peso do que ele ou correr mais rápido na passadeira. Ter uma parceira da aula de body-pump como modelo não faz mal nenhum, até é saudável. Se admira o corpo da menina, copie os exercícios que ela faz – tente colocar as mesmas cargas, faça o mesmo número de abdominais, etc. Mesmo que não fique como ela, vai de certeza ver muito mais resultados no seu corpo.

SATISFAÇA A FOME, NÃO AS EMOÇÕES. Os homens são muito mais racionais na relação com a comida. Eles não se refugiam numa embalagem de gelado quando discutem com a namorada, nem devoram um chocolate inteiro quando levam um raspanete do chefe. Esforce-se por comer apenas nas horas das refeições e quando as emoções ficarem de novo aos pulos, beba água, ligue para uma amiga, come 4 nozes ou vá beber um café.

TRACE OBJECTIVOS. Esqueça a ideia de ‘vou passar a ir ao ginásio três vezes por semana’, porque não chega. Se o seu problema é falta de motivação, o melhor é transformar esse pensamento em ‘vou perder três quilos num mês’ . Depois do objectivo definido é traçar como o atingir e não sair da linha. Mantenha um diário onde anota o que anda a comer (tudo, não vale fazer batota!) e quantas calorias perde no ginásio, e mostre-o a outra pessoa, para se sentir mais comprometida. Ressalva: não trace metas inatingíveis, pois corre o risco de desmoralizar com a falta de resultados.

COMA COMO DEVE. Já viu algum homem deixar de almoçar para comer uma fatia de bolo de chocolate?… Lembre-se que se não dá ao organismo os alimentos saudáveis que ele precisa, a dieta não surtirá resultados. Da mesma forma, que saltar refeições (o caso da substituição por um doce ainda é pior do que saltar refeições…) só vai comprometer os seus objectivos, pois muitas horas sem comer abrandam o ritmo do seu metabolismo, certo? Coma de três em três horas e cumpra a dieta.

Fonte: Boa Forma

Adeus vertigens!

Ferris wheel in a cloudy sky. Attraction in park

Há esperança para todos aqueles que não se atrevem a andar numa roda gigante ou sentem o chão fugir-lhes quando se aproximam de uma janela. Um novo estudo, descobriu a solução, que precisa agora de ser melhor analisada, antes de chegar às suas mãos. Mas já é um bom princípio, anime-se!

Até agora, a única abordagem a esta fobia era tentar reeducar o cérebro de forma a perder o medo das alturas, mas são necessárias várias sessões de psicoterapia para que o pânico desapareça. Porém, um estudo agora publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, adianta que o cortisol pode ser bastante eficaz no controle desta fobia.

A experiência foi feita com 40 pessoas com pânico das alturas, que aceitaram submeter-se a três sessões de tratamento – metade delas tomou cortisol e a outra metade apenas placebo  – , e os resultados foram bastante animadores, uma vez que todas aquelas a quem foi ministrado cortisol registaram uma maior redução do medo das alturas, quer no curto, quer no médio prazo. E mais, o grupo que tomou cortisol registou também menores níveis de stresse agudo quando expostos a uma hipotética situação fóbica, o que leva os investigadores a defenderem que a administração do cortisol pode aumentar os benefícios da psicoterapia nestas situações.

Leite materno ajuda a desenvolver melhor o cérebro

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Uma nova pesquisa vem confirmar que quanto mais tempo o bébé for alimentado com o leite materno mais probabilidades tem de desenvolver um cérebro maior.

Um estudo feito durante três anos com 128 tipos de mamíferos, incluindo os humanos, concluiu que gestações longas e períodos de amamentação mais longos também, aumentam as probabilidades de o bébé ter um QI mais elevado.

“Descobrimos que o desenvolvimento do cérebro está ligado ao tempo e energia que a mãe dedica ao bébé”, explicou Robert Barton, da Universidade de Durham, ao Daily Mail. Este estudo concluiu também que a duração da gestação também tem influência no desenvolvimento do cérebro do feto.