Lisbon City Runners mostra Lisboa aos turistas que gostam de correr

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A Lisbon City Runners, serviço de corridas guiadas pela cidade de Lisboa, está a funcionar há cerca de um mês. O público-alvo deste serviço são os turistas, que gostam de correr e que, não conhecendo bem a cidade, preferem fazê-lo acompanhados.

Pedro Vieira ouviu falar pela primeira vez deste modelo em Barcelona e achou que era o ideal para quem, como ele, gosta de correr e gosta de Lisboa. Por isso, juntou-se a Nuno Pereira, que também é corredor, e a Sandra Lopes, massagista, e decidiram lançar o conceito em Portugal.

“Na Lisbon City Runners somos apaixonados pela corrida e queremos mostrar a nossa bonita cidade a todos os que partilham o mesmo gosto. Os nossos percursos são para quem gosta de descobrir a cidade e não dispensa uma boa corrida em férias ou em viagens de trabalho”, pode ler-se no site da iniciativa.

Mas atenção, alertam, “não somos guias de turismo. Queremos mostrar-lhe a nossa maravilhosa cidade, mas o principal objectivo é a corrida”.

O que pretendem ser é “parceiros de corrida”, que podem acompanhar, por exemplo, alguém que vem a Lisboa para reuniões de negócios, e que gosta de correr pela manhã.

Essa é, aliás, a experiência do Pedro Vieira, que começou a correr há cerca de dez anos, inicialmente para “perder alguns quilos”, e que, entretanto, se apaixonou pela corrida.

Aos turistas, a Lisbon City Runners oferece vários percursos de corrida pelas principais e mais atractivas zonas de Lisboa. Desde a Corrida do Centro, feita na sua maioria na Baixa, Chiado, Mouraria e Bairro Alto, passando pela Corrida dos Jardins, que passa pelos principais jardins da cidade, Corrida do Rio ao longo do Tejo, Corrida do Castelo, Corrida da Cidade Nova pela zona da Expo, Corrida Longa, especial para corredores que estejam a treinar para uma prova  – só se realiza aos sábados e domingos – e a Costumizada, desenhada ao gosto do cliente, há opções para todos os gostos. Confira aqui.

“Temos o serviço básico, que é a corrida, mas decidimos também dar mais alguns serviços, com as massagens, ou a inscrição em provas de corrida”, revelou Pedro Vieira, explicando que, por vezes, os estrangeiros que vêm a Portugal gostam de participar em provas, mas não sabem exactamente como fazer para se inscreverem, e A Lisboa City Runners pode tratar de toda a parte burocrática.

Para que o serviço seja o mais personalizado possível, encarregam-se de ir buscar o cliente à porta do hotel. O cliente apenas tem de escolher a corrida que mais lhe agradar e entregar-se aos encantos de Lisboa.

Os preços variam entre os 16 e os 35 euros, dependendo de tratar-se da versão longa ou curta do percurso e do número de participantes.

Aos 91 anos, americano bate novo recorde na Meia Maratona de Knoxville

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Nunca é tarde para conquistar um grande feito. Que o diga Mike Fremont, que, aos 91 anos, terminou a Meia Maratona de Knoxville, nos EUA, em 3h04m, um recorde mundial nunca antes alcançado por pessoas da sua idade.

Este recorde – que já não é uma novidade para Fremont – permitiu inclusive que a prova fosse manchete na imprensa internacional.

Fremont, que mora em Cincinnati, cidade do estado americano do Ohio, disse que “as subidas [da Meia Maratona de Knoxville] foram terríveis”, mas que se sentiu bem durante toda a prova. ”Eu não podia correr mais rápido”, revelou, referindo-se ao ritmo de 14 minutos por milha (1,6 km).

Fremont começou a correr ainda jovem para aliviar o stresse de ser pai solteiro, mas só aos 69 anos, quando lhe foi diagnosticado cancro, se dedicou à corrida, tendo passado a coleccionar troféus, escreve o Runner`s World.

Aos 90 anos, o americano alcançou o tempo recorde de  2h56m, numa meia maratona também nos EUA. Em Novembro último, repetiu a proeza em Huntington, onde correu 42 quilómetros durante 6h35m, um recorde nunca antes alcançado na faixa etária 90-94.

Mike Fremont atribui os seus recordes não só ao treino como também à dieta alimentar que pratica: “É óbvio que o treino é importante, mas quando chagamos à minha idade, é difícil treinar, a não ser que o corpo aguente. Não posso deixar de salientar a importância da dieta à base de vegetais para o meu desempenho”.

Depois de lhe ter sido diagnosticado o cancro, o atleta deixou de comer carne e lacticínios, e optou por uma dieta vegetariana. Fremont consome apenas vegetais, frutas, grãos integrais e nozes, assim como sopa.

Além dos 35 km que corre semanalmente, o americano pedala e faz canoagem.

Correr aumenta o desejo sexual, diz estudo

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A falta de sexo no casal é cada vez mais frequente devido ao stresse, preocupação com a carreira ou problemas do dia-a-dia. Mas, segundo alguns estudos, não há melhor remédio do que o “Viagra” natural: o exercício físico regular.

De acordo com o site brasileiro Exame, um estudo da Universidade da Califórnia, que analisou 250 homens e mulheres, descobriu que quem pratica diariamente exercício físico durante 40 minutos tem o dobro da actividade sexual e cerca de duas vezes mais desejo sexual do que aqueles que gastam apenas 20 minutos por dia a andar ou correr.

Ainda segundo o estudo, o stresse tem uma influência negativa na vida sexual dos casais – reduz a produção de testosterona -, originando depressão, ansiedade e sentimentos de culpa.

Neste sentido, o estudo sugere um remédio natural para aumentar o desejo sexual dos casais: fazer exercício físico regularmente. Nós juntamos mais umas dicas para que apimente a sua relação e perceba o que pode melhorar:

1. Tente perceber o que poderá estar por detrás da alteração do desejo.

2. Se tem dúvidas acerca da sexualidade, esclareça-as com o seu parceiro, amigas ou um especialista.

3. Tenha uma conversa franca com o seu parceiro e partilhe as suas necessidades e preferências.

4. Se está muito sobrecarregada com as lides domésticas, distribua tarefas por toda a família.

5. Reserve momentos a dois, seja para actividades de lazer ou, simplesmente, para trocarem carí­cias.

6. Quebre a rotina. Surpreenda-o com sms ou telefonemas insinuantes ao longo do dia, por exemplo.

7. Durante a actividade sexual, diga-lhe o que é mais estimulante para si.

8. Melhore a sua auto-estima. Apanhe sol pela manhã. Os primeiros raios promovem o bem-estar.

9. Invista em cuidados estéticos. É importante que se sinta atraente.

10. Vista-se para arrasar.

Correr uma hora por dia aumenta a esperança de vida em seis anos

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De acordo com as conclusões de um estudo recente desenvolvido por cientistas do Hospital da Universidade de Bispebjerg, a pedido da Câmara da cidade de Copenhaga, na Dinamarca, correr uma vez por semana aumenta a esperança média de vida em cerca de seis anos. E nem precisa de ser feito a ritmo acelerado: a corrida pode ser realizada a um passo médio ou mesmo lento, avança o site brasileiro Veja.

Esta prática, uma a duas horas por semana, tem resultados surpreendentes na nossa saúde: no caso das mulheres, aumenta a esperança média de vida em 5,6 anos e, nos homens, atinge os 6,2, reduzindo o risco de morte em 44%.

Isto porque a corrida, ou jogging, como também, é conhecido, melhora a oxigenação, baixa a tensão arterial, fortalece a condição cardiovascular e previne a obesidade e a depressão.

O estudo foi realizado num universo de vinte mil homens e mulheres com idades entre os 20 e os 93 anos.

Do que está à espera para começar a correr?

Correr três vezes por semana é tão eficaz quanto tomar antidepressivos

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Correr três vezes por semana é tão eficaz quanto tomar antidepressivos, de acordo com uma equipa da Universidade Southwestern, nos Estados Unidos, que, pela primeira vez, conseguiu provar que praticar exercícios aeróbicos durante 30 minutos, em média, três vezes por semana diminui até metade os sintomas de uma depressão moderada.

Segundo o estudo, estima-se que 150 milhões de pessoas em todo o mundo sofram de depressão, mas apenas dez por cento destes recebem a terapia adequada.

Na análise, o grupo de investigadores seguiu 80 pessoas (dos 20 aos 45 anos), ao longo de três anos, com sintomas moderados de depressão. Os participantes foram divididos em quatro grupos distintos que praticavam exercício em diferentes intensidades.

Aqueles que corriam de forma moderada ou intensa – durante 30 minutos – três a cinco dias por semana tinham uma redução de 47 por cento dos sintomas depressivos após 12 semanas.

No entanto, os participantes que realizaram actividades com menor intensidade – três vezes por semana – , apenas tiveram 30 por cento do proveito e, no grupo que realizou exercícios de flexibilidade durante 15-20 minutos, a percentagem foi de 29 por cento.

Para a equipa, os resultados da resposta dos pacientes são semelhantes aos obtidos com medicamentos antidepressivos ou mesmo à terapia de comportamento cognitivo.

Para além de todos os benefícios físicos, “o desporto é bom para o equilíbrio psíquico: liberta a agressividade, reduz o stresse e a ansiedade, aumenta a oxigenação do organismo e tudo porque libertamos hormonais pelo cérebro, as endorfinas”, explica o estudo.