Sonhos que revelam os seus receios

3 de agosto dormir

Já lhe aconteceu sonhar que está a cair ou acordar assustada porque está nua na frente de todos? Descubra o que isso revela.

OS SEUS DENTES ESTÃO ABANAR. Indica falta de confiança. Os dentes abanam e caem quando se é criança, por isso ter esse tipo de preocupação, mesmo em sonhos, significa que se sente insegura e incapaz de gerir a sua vida sozinha.

ESTÁ NUA EM PÚBLICO. Sente-se vulnerável. Pode estar há pouco tempo num novo emprego ou numa relação. Se no sonho ninguém repara que está nua, isso revela que na realidade ainda ninguém lhe deu motivos para essa falta de confiança, é algo que está apenas na sua cabeça.

NÃO ESTUDOU PARA UM EXAME. Está a observar a cena de longe, com um olhar crítico sobre a sua forma de conduzir a vida e a sua capacidade de corresponder às expectativas. As pessoas que têm este tipo de sonho são geralmente muito críticas consigo próprias e demasiado perfeccionistas.

ESTÁ AFLITA. Se no sonho está em agonia, talvez esteja a ser demasiado dura consigo e a querer resolver algo que escapa ao seu controlo.

ESTÁ A CAIR DUM TELHADO. O seu inconsciente está a aconselhá-la a deixar-se ir. A sua tendência é controlar demasiado as coisas e está a precisar de descontrair e deixar as coisas seguirem o seu rumo.

CAMINHA DESCALÇA. Revela autoestima. Andar descalço está associado a pobreza e falta de aceitação social. Lá no fundo, o seu receio é estar num patamar acima das suas capacidades e tem medo de ser desmascarada.

É PERSEGUIDA. É um sonho que reflete ansiedade. Talvez esteja com dificuldades financeiras ou sente que a sua relação está com problemas. Ou o perseguidor representa uma parte de si com a qual não se sente confortável.

ESTÁ NOUTRO PAÍS. Está preocupada com o desiquilíbrio ou mesmo o caos em que se encontra a sua vida nesse momento.

NÃO CONSEGUE RESPIRAR. Sente-se ‘asfixiada’ em alguma área da sua vida. Pode estar insatisfeita no trabalho ou numa relação moribunda, mas não está a ser capaz de enfrentar os factos.

Fonte: Independent Woman

Ajude-o a gerir as emoções

16 junho emocoes

Em plena descoberta, o seu filho precisa da sua ajuda para aprender a viver melhor com ele e com os outros.

USE EXEMPLOS DO SEU MUNDO. Pode falar-lhe do que sentia quando tinha a mesma idade ou usar os exemplos dos heróis favoritos para o ajudar a entender as suas emoções. ‘Por que achas que ele se sente tão frustrado?’, ‘Para reagir daquela forma, ele deve estar a sentir-se perdido, assustado…’. É uma forma de iniciar a conversa e de perceber como ele ‘lê’ as situações.

DISTINGUIR AS EMOÇÕES NEGATIVAS DAS POSITIVAS. Se percebe que as atitudes negativas são as que atraem mais facilmente a atenção dos pais, é natural que a criança as privilegie em determinados momentos. A forma ideal de fugir a isso é passar a elogiá-lo pelo que faz de positivo. Em vez de lhe ralhar por ter riscado a mesa da cozinha com os lápis de cor, diga-lhe como gostou do desenho que ele fez e aproveite para lhe recomendar que deve tentar limitar os seus traços à folha de papel.

EVITAR AS GENERALIZAÇÕES. Uma criança que não é boa a jogar à bola, pode expressá-lo com algo do género “Sou uma nulidade, não sou bom em nada!”. Não permita que esse sentimento se propague. Perceba o que o impede de ser um jogador razoável e desmistifique a situação com ele. “Na verdade, não és muito rápido em campo, mas já reparaste que não tens esse problema na natação nem nas aulas de ginástica?”, pode ser uma boa forma de o ajudar.

RELATIVIZAR A FRUSTRAÇÃO. Se não consegue desenhar um barco, é normal que amachuque a folha e a deite para o lixo com raiva. Para ele, não ser capaz de desenhar um barco é não ser capaz de desenhar nada e ponto final. Prove-lhe o contrário. Mostre-lhe como é mais fácil desenhar uma bola ou uma flor, por exemplo, e à medida que ele ganha confiança, ajude-o a desenhar um barco mais simples…

CONTROLAR A IMPULSIVIDADE. Procure não reagir a quente na frente do seu filho, pois ele será levado a copiar esse exemplo. Quando ele faz alguma coisa que a desagrade, sim, que a irrite mesmo, respire fundo e tente controlar o desagrado com uma reacção de surpresa: “Estou verdadeiramente surpreendida com o que fizeste. Confesso que não esperava isso de ti.” E depois deixe-o defender-se. Não só evita ‘dramas’ desnecessários, como mostra ao seu filho que deve reagir às situações desagradáveis de forma mais ‘equilibrada’.

EXPRIMIR AGRESSIVIDADE. É muito importante ajudá-los a lidar com os comentários menos positivos que ouvem, por exemplo. Uma menina que seja muito alta para a idade e a quem chamam girafa, pode ripostar “Adoro ser grande, mas seria infeliz se fosse a mais baixa da turma” ou “Não me importo, também chamavam girafa à Giselle Bundchen e hoje todas as mulheres querem ser como ela”. É preferível responder assim, do que sofrer em silêncio ou responder com raiva, algo que possa magoar demasiado a outra criança.

Fonte: Elle

3 medidas anti-stresse

Full length portrait of a woman sitting and meditating at home

Simples de colocar em prática, podem tirar-lhe a tensão de cima em minutos.

RESPIRE FUNDO. Parece elementar, mas é essencial. Descubra as virtudes da respiração abdominal, que acalma o espírito e os nervos. A cereja no topo do bolo é que tonifica o músculo transverso do abdómen, deixando a barriguinha mais firme. Pouse as mãos sobre a barriga, inspire o máximo de ar lentamente e expire fundo. Repita 5 vezes e idealmente faça este exercício várias vezes por dia.

CONTROLE DA TENSÃO. Naqueles momentos em que o stresse a leva a procurar conforto em pacotes de batatas fritas, tabletes de chocolate e gomas é melhor não ter nada disto à mão. Liberte as gavetas da sua secretária destes inimigos da linha e encha-as com amêndoas, nozes, avelãs e fruta fresca. O chefe acabou de lhe pedir um relatório para ontem? Beba um copo de água durante 3 minutos. Isso mesmo, 3 minutos é o tempo que o seu cérebro precisa para se livrar da  tensão e acalmar novamente.

CAMINHE. Tão importante como arejar a cabeça, a caminhada tonifica também o seu corpo de alto a baixo e faz como que uma espécie de massagem aos orgãos, favorecendo o trânsito intestinal. Há estudos que provam que caminhar regularmente alivia os problemas de prisão de ventre nas mulheres. Tente caminhar, pelo menos, meia-hora por dia, e sempre que possível faça caminhadas mais longas.

Apagar más recordações

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Afinal, parece que é possível. Os cientistas descobriram uma substância que ajuda a curar o sofrimento provocado pelas lembranças más.

Sob o efeito de uma substância chamada metirapona é possível reduzir a capacidade do cérebro de voltar a pensar em maus momentos, avança um estudo publicado no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism. A investigação, que foi realizada pela Universidade de Montreal e pelo Centro de Estudos do Stresse Humano do Hospital Louis-H. Lafontaine, ambos no Canadá, vem desafiar a ideia de que as memórias não podem ser alteradas depois de armazenadas no cérebro.

O estudo realizado em 33 homens, aos quais foi contada uma história com aspectos neutros e negativos, concluiu que os que tomaram a metirapona não se conseguiam lembrar bem das partes negativas do texto, apesar de se lembrarem perfeitamente das partes neutras. Esta substância reduz bastante os níveis de cortisol, uma hormona do stresse que está envolvida no processo de recordação. Os cientistas perceberam que manipulando a quantidade de cortisol próximo do momento em que novas lembranças se formam, pode diminuir as emoções negativas associadas a elas.

Esta é uma óptima notícia para pessoas com stresse pós-traumático, já lhes dá uma oportunidade de ‘apagar’ as memórias negativas durante a terapia. O único contratempo para já, é que a metirapona já não é produzida comercialmente, mas os cientistas já estão à procura de alternativas.

Fonte: Veja

Crianças que foram amamentadas portam-se melhor

Relaxed sweet girl lying on the floor at home

Um novo estudo realizado em Inglaterra, traz esta dica muito útil para as futuras mamãs.

Já sabemos que os benefícios do leite materno são imensos, mas agora surge mais um, este tipo de alimentação influencia o comportamento futuro do bébé. As crianças que foram amamentadas, pelo menos, até aos quatro meses, têm menos problemas de atitude. Já os que beberam apenas leite artificial, revelam mais ansiedade, hiperactividade, mentem mais e têm pior relação com os pais.

Os autores do estudo, que observou mais de 10 mil mães e filhos, explicam esta diferença de comportamentos, pelo facto de o leite materno conter maior quantidade de ácidos gordos essenciais, factores de crescimento e hormonas, que têm um papel fundamental no desenvolvimento do cérebro e do sistema nervoso central. E até há pouco tempo, os leites artificiais não continham nada disto. Porém, outras vozes se levantam, defendendo que é a relação estreita entre mãe e filho, que se cria com a amamentação, que pode influenciar o comportamento da criança.

Fonte: El Mundo

Responsabilize-se pela sua felicidade

Closeup of a laughing young girl enjoying at nightclub

Javier Urra, psicólogo espanhol, acaba de lançar um livro a que chamou ‘Qué Se le Puede pedir A La Vida?’, onde deixa os passos para alcançar a felicidade. É mais fácil do que parece.

O psicólogo espanhol tem uma teoria muito interessante, segundo ele o optimismo deveria ensinar-se na escola. “É uma obrigação moral, porque a vida é uma atitude: se queres ver o sol nascer tens de olhar para Este”, disse à revista YoDona. Para ele, ser feliz implica responsabilizar-se pelo que lhe acontece e assumir uma atitude positiva. Ser feliz não implica mais esforço, mas sim olhar a vida de uma perspectiva diferente.

De pouco lhe serve ficar á espera que as medidas do FMI comecem a fazer efeito, rezar para que aquela colega que inferniza a vida de toda a gente, mude de departamento, ou que esses indesejados 3 kg que se instalaram durante o Inverno desapareçam com um truque de magia. “É mais fácil fazer algo por si, do que esperar que os outros o façam”, alerta Urra. Além disso, lembre-se que geralmente recebemos aquilo que damos, se anda com má cara, como quer receber sorrisos em troca?!

Para poder ser mais feliz deve ter um projecto de vida, marcar pequenas metas diárias que a vão levar aquilo que quer atingir daqui a 10 ou 20 anos. E enquanto não chega lá, sinta-se feliz por o que consegue atingir nos pequenos passos que dá em cada dia.

Siga as 10 dicas de Javier Urra para ser feliz:

  1. Entenda que a vida é limitada. Se fosse sempre feliz, não saberia que o era e, por isso, nunca o seria. Complicado? Leia de novo até perceber.
  2. Não peça à vida mais do que ela lhe pode dar.
  3. Tente dar aos outros tanto, ou mais, do que gostava de receber.
  4. Aprenda a saborear os pequenos momentos de felicidade.
  5. O que importa não é o ‘eu’, mas mais o ‘tu’, e, sobretudo, o ‘nós’.
  6. Relativize os problemas, ou seja, não lhe dê mais importância que a que têm.
  7. Encare a vida com humor.
  8. Seja auto-crítico.
  9. Trate os outros com simpatia, seja agradável.
  10. Conheça pessoas novas, entenda o que sentem, o que pensam.

Álcool deve ter ‘tolerância zero’ para adolescentes

8 maio alcool

Ao autorizar os filhos a consumir bebidas alcoólicas apenas em alturas especiais, os pais passam uma mensagem confusa sobre os riscos do álcool e podem estar a incentivar o seu consumo no futuro.

De acordo com uma pesquisa publicada no Journal of Studies on Alcohol and Drugs, ao autorizar os jovens a beberem apenas na presença de um adulto, os pais acabam por incentivar o consumo de álcool. “É preciso que os pais cumpram o papel de pais, não de colegas de copos”, diz Barbara J. McMorris, coordenadora do estudo e investigadora da Universidade de Minnesota, citada pela revista Veja. Segundo a especialista, autorizar o adolescente a beber apenas quando há um adulto por perto pode levar a uma percepção confusa quanto ao que se deve ou não fazer. “Os adultos precisam ser bem claros quanto às mensagens que passam aos filhos”, reforça.

De acordo com o estudo, é importante que o adolescente receba apenas uma orientação quanto ao consumo da bebida. O ideal é, então, que os jovens não sejam autorizados a beber em nenhuma circunstância. “A mensagem tem de ser direta, como a diferença entre preto e branco. É isso que vai reforçar quais são os limites que o adolescente terá quando, já mais velho, se deparar com oportunidades mais frequentes de beber”, diz Barbara.

É que segundo as conclusões do estudo, feito junto de quase dois mil alunos nos Estados Unidos, os jovens a quem os pais vão permtindo beber de vez em quando, acabam por consumir mais álcool assim que o podem fazer sozinhos. Por isso, os investigadores sugerem que os pais adoptem a ‘tolerância zero’ para os jovens adolescentes.

O poder é afrodisíaco

6 maio clinton

Qual foi o imperador ou rei que não aliciou as mulheres mais belas para suas amantes? Hoje, numa época em que a infidelidade quase não é tolerada, continuam a ser vários, os casos de políticos que são apanhados com ‘as calças na mão’. A explicação parece estar no magnetismo do poder.

Napoleão aproveitou o poder para que os seus assessores aliciassem as belas damas da corte parisiense para suas amantes, mas este foi o comportamentos mais ou menos normal de imperadores, reis e homens abastados, de uma maneira geral, durante séculos. Hoje, políticos como. Bill Clinton, Newt Gingrich, Eliot Spitzer e Mark Sanford, que foram apanhados com as calças na mão, têm algo em comum e não é a ideologia ou o partido político. Um novo estudo sugere que as razões da infidelidade têm mais a ver com o poder que eles exercem, do que com a sua  masculinidade.
“A possibilidade de infidelidade aumenta quando alguém tem mais poder” disse à Time o autor do estudo, Joris Lammers, um professor assistente de Psicologia na Universidade de Tilburg, na Holanda. A pesquisa foi publicada na revista Psychological Science.

O estudo analisou os resultados de uma sondagem feita na Internet a 1.561 leitores de uma revista de negócios holandesa. 58% dos inquiridos não tinham cargos de gestão, 22% já tinham algumas responsabilidades, 14% eram gestores de nível médio e 6% eram executivos de nível superior.

Quanto mais bem colocado alguém está na hierarquia, maiores as probabilidades de admitir ter traído os seus parceiros ou de pretender fazê-lo no futuro – independentemente do sexo.

Além disso, a tendência de enganar não está ligada a factores aparentemente facilitadores de aventuras, como as frequentes viagens de negócios ou ter uma personalidade propensa a assumir riscos. Pelo contrário, tem mais a ver com a autoconfiança – quanto mais poder homens e mulheres têm, mais confiantes se sentem.

“A nossa pesquisa revela que um dos efeitos mais fortes do poder é aumentar a sensação de confiança”, diz Lammers. “O poder leva a esse sentimento desinibido que você pode conseguir o que quer e deve arriscar para o conseguir.”

Fonte: Time

Regresso ao passado

5 maio passado

Quem está em paz com o passado, tem mais probabilidades de ser feliz no presente.

O The Guardian diz que investigadores da Universidade de San Francisco, nos Estados Unidos, descobriram que pessoas que olham com bons olhos para o seu passado são mais felizes. Segundo eles, recordar-se do que já foi e ter a certeza de que foi feliz ou de que se tomou as melhores decisões, aumenta a sensação de bem-estar no presente. Será?!

Liberte as emoções no trabalho

5 maio chorar

Expressar os sentimentos no local de trabalho pode até aumentar a produtividade, diz uma nova pesquisa. Chorar já começa a ser permitido.

É sabido que quando expressa os sentimentos, a pessoa afasta o problema da sua vida e consegue voltar a focar-se no que é importante. Então porque não fazê-lo também no local de trabalho? Até há pouco tempo, quando acometida por uma crise súbita de lágrimas, o normal era a pessoa correr para a casa de banho para não ser vista como uma fraca. Porém, parece que algo está a mudar.

A escritora americana Anne Kreamer, diz que reprimir as emoções no ambiente profissional já é coisa do passado. E mais, pode provocar graves prejuízos para a saúde do trabalhador e para a produtividade da empresa. Esta é a teoria que sustenta no seu livro It’s Always Personal, no qual apresenta os resultados de uma investigação que fez no mundo corporativo americano.

Kreamer entrevistou mais de mil americanos para saber como estão a gerir as suas emoções no trabalho e concluiu que se a maioria ainda guarda para si sentimentos como a raiva, mágoa e frustração, chorar, que até agora era considerado quase crime no mundo profissional, já é visto de outra forma: 48% dos homens e 42% das mulheres consideram que não é pecado chorar frente ao computador.

Segundo a escritora, as lágrimas são o botão natural para ‘reiniciar’ a máquina humana. “Quando resolvemos a questão que nos incomoda, o problema desaparece e somos mais produtivos”, justifica. Além disso, tal como a neurociência já demonstrou, as emoções são fundamentais para tomar decisões.

Mas ainda que esta investigação revele sinais claros de que algo está a mudar, também apresenta algumas contradições. Por exemplo, enquanto 43% das mulheres acha que chorar revela instabilidade, 69% dos inquiridos considera que quem chora na frente dos colegas é mais humano. Por isso, o melhor é controlar as lágrimas quando elas surgirem. Chorar, sim, mas q.b..

Fonte: Isto É