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Janeiro é o mês em que os ginásios se enchem, depois dos excessos do fim de ano. Mas muitas vezes, o entusiasmo desaparece rapidamente. 10 sugestões para manter o exercício ao longo do ano.
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Janeiro é o mês em que os ginásios se enchem, depois dos excessos do fim de ano. Mas muitas vezes, o entusiasmo desaparece rapidamente. 10 sugestões para manter o exercício ao longo do ano.
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Um estudo publicado hoje no Journal of the American Medical Association revela que quem anda a pé, consistentemente, com uma velocidade superior a 0,92 metros por segundo (3,3 Km/hora), vive mais que outras pessoas da mesma idade e sexo. “Podemos hoje provar que a capacidade de uma pessoa se mover reflecte a sua vitalidade e saúde” referiu Stephanie Studenski, professora na Universidade de Pittsburgh. Os investigadores sublinham que o que está em causa não é pôr as pessoas a andar mais depressa na esperança de viverem mais. “O corpo escolhe a velocidade ideal para andar, e essa é a sua velocidade, um indicador da sua saúde.” explica Stephanie Studenski. “É disso que se trata. Dum indicador. Sair por aí a correr não significa necessariamente que dum momento para o outro vai viver mais.” O estudo revela a velocidade como um indicador de esperança de vida. Os números são particularmente precisos para as pessoas com mais de 75 anos. Isto sugere que para as pessoas mais velhas, a velocidade com que andam a pé, é uma espécie de sinal vital, como a pressão arterial e o ritmo cardíaco, referem os investigadores. As conclusões agora publicadas basearam-se na análise de nove estudos que examinaram a velocidade de andar a pé, sexo, idade, índice de massa corporal e historial médico de 34500 pessoas. “A forma como andamos e a velocidade com que andamos depende da nossa energia, controlo e coordenação do movimento, que por seu lado requerem o funcionamento adequado de diversos sistemas: cardiovascular, nervoso e musculoesquelético.” explica Stephanie Studenski. “Mas no passado, sabíamos apenas que andar mais depressa era melhor” referiu Matteo Cesari, que escreveu o editorial que acompanha o relatório. “Este estudo dá-nos um ponto de referência para estimar a esperança de vida de pessoas idosas.” Stephanie Studenski refere que as conclusões têm várias aplicações práticas. É uma forma simples de as pessoas medirem a sua própria saúde. E os médicos podem monitorizar e corrigir a qualidade de vida dos pacientes também baseados neste indicador. A velociadde de andar a pé e a mobilidade serão uma forma útil de medir o estilo de vida activo, saudável e independente das pessoas. Fonte: Journal of the American Medical Association e MSNBC
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Pequenos erros diários podem deitar por terra os melhores esforços para voltar a usar uns jeans favoritos. Se a balança parece avariada ou o seu peso diminui para regressar logo a seguir, é provável que esteja a cometer uma destas 12 tolices que não deixam perder peso.
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| 12 erros de dieta |
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Fonte: WebMD

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Shakti é o yoga da dança. Corporiza o fluxo intuitivo da dança e a sabedoria ancestral do yoga (*). Transformar a dança numa pratica yogic resultou numa disciplina que transborda vitalidade criativa. No ocidente, a dança tornou-se fundamentalmente uma forma de entretenimento, mas historicamente serviu como uma forma de comunicarmos connosco e com os outros, e de juntar comunidades em celebração. Na dança Shakti pode regressar a esta interacção e à simples alegria de dançar. Cada classe é única e desenvolve-se espontaneamente. Sara Avtar Olivier, uma formadora de yoga kundalini, é a fundadora da dança Shakti e desenvolve-a desde 1990. O exercício perfeito para equilibrar um estilo de vida moderno e ocupado. Numa simplificação, shakti é a palavra em sânscrito usada para descrever a força que dá ânimo à vida. Sara Avtar Olivier explica (embora de forma encriptada): “ Shakti é a realidade vibrante detrás de toda a existência.” A dança Shakti leva-a para “fora da sua cabeça e para dentro do seu corpo. Liga-a a uma profunda nascente de creatividade, e dá-lhe um canal de expressão física.” Uma aula de dança shakti é uma teia à volta duma compilação de música mântrica de diferentes estilos e tempos. Uma aula começa com um manta de abertura e evolui desde extensões no chão a exercícios em pé, até à dança livre. Posições de yoga (flowing asanas) permitem esticar e relaxar profundamente o corpo antes de entrar em movimentos em pé de coordenação da respiração e passos de dança que induzem estados de intensa energia. Os exercícios trabalham com a geometria natural do corpo e adaptam-se aos princípios de movimento harmonioso, como rendermo-nos à gravidade e trabalhar com a força de recuo. A dança livre é seguida por um relaxamento profundo e a aula termina com meditação, sentada ou em pé, geralmente acompanhada por um mantra. Sara Avtar Olivier já deu aulas a muitas pessoas ao longo dos anos. Ela observa: “vejo repetidamente como as pessoas se abrem à medida que ganham um novo contacto e consciência dos seus próprios corpos em movimento e o espírito os permeia.A postura torna-se mais alinhada, as figuras mais elegantes e os movimentos mais graciosos. Noto frequentemente como os contornos faciais dos estudantes mudam, tornando-se mais suaves e relaxados; irradiam mais alegria, e parecem estar mais em casa com eles próprios. O acto da dança muitas vezes entra em novas dimensões quando as pessoas experimentam/vivenciam uma nova liberdade de movimentos e enquanto apreciam estados de meditação e relaxamento.” Aconselhável a quem estiver simultaneamente interessada em yoga e dança e quizer libertar o seu lado criativo e expandir a sua sensibilidade.
Fontes: Guardian e shaktidance.co.uk.
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Ingerir proteínas depois de fazer exercício físico, optimiza o processo de desenvolvimeto dos músculos, tanto nos homens mais novos, como mais velhos. É a conclusão principal dum estudo coordenado por Luc JC van Loon, do Department of Human Movement Sciences, do Maastricht University Medical Centre. É sabido que a massa muscular tende a diminuir com o envelhecimento. Alguns investigadores consideravam que isso podia dever-se ao facto de, no caso dos mais velhos, a produção de massa muscular responder de forma menos efectiva às proteínas dos alimentos e ao exercício. Este estudo vem provar justamente o contrário. O objectivo do estudo era comparar a absorção de proteínas no desenvolvimento dos músculos, após descanso ou após exercício, em homens novos (média de 21) e mais velhos (média de 74) . O estudo conclui que a digestão de proteínas e a cinética de absorção não é comprometida negativamente pela idade. O exercício físico, antes da ingestão de proteínas, permite uma maior utilização dos amino-ácidos derivados das proteínas alimentares no desenvolvimento os músculos, tanto nos homens mais novos, como nos mais velhos. Os investigadores sublinham a importância de “abordagens de dieta alimentar que previnam e/ou atenuem a perda de massa muscular associada à idade” e referem que “o exercício físico deve ser claramente considerado como forma de optimizar o desenvolvimento de massa muscular em resposta aos alimentos e, como suporte de um envelhecimento saudável”.
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A actividade física (fitness) aumenta a expectativa e a qualidade de vida, ajuda a prevenir doenças cardíacas, obesidade, desenvolve maior força nos músculos, aumenta a energia, reduz o stress e queima calorias. Se está a pensar retomar uma actividade física depois de alguns anos de inactividade, tem aqui um conjunto de questões para o ajudar a quebrar a inércia e começar:
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