Como é que é trabalhar no Facebook?

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No Quora, um site de perguntas e respostas, onde o utilizador pode encontrar diversos tópicos de interesse e soluções para as suas dúvidas, um internauta colocou uma questão: “Como é trabalhar no Facebook”;  e o engenheiro Colm Doyle, funcionário da rede social mais popular do mundo, respondeu.

Conheça os momentos mais marcantes do dia-a-dia nos escritórios do Facebook, na Califórnia.

1. Todas as sextas-feiras o Mark Zuckerberg faz uma sessão de perguntas e respostas e partilha os pensamentos que teve naquela semana sobre a empresa.

2. Todos os funcionários ganham créditos mensalmente para as suas campanhas de Facebook Ads para publicitarem produtos.

3. Não há barreiras internas em termos de acesso às informações da empresa, desde os mais recentes números de utilizadores até aos projectos que estão a ser desenvolvidos. No entanto, há excepções para os dados específicos dos fãs do Facebook e informações de recursos humanos (salários) que são confidenciais.

4. A ferramenta de comunicação interna é o próprio Facebook e os seus produtos.

5. Todos os ano, o Facebook comemora o seu aniversário e presenteia cada funcionário. Este ano, os funcionários ganharam um pijama. Nos anos anteriores ganharam meias e relógios.

6. Quando um funcionário precisa de um novo rato ou teclado para o seu computador não precisa de preencher papéis ou de falar com os assitentes. Há máquinas de venda espalhados pelo campus, que permitem que o funcionário – depois de passar o cartão –  obtenha instantaneamente os equipamentos que preciasa.

7. A placa com o “gosto” que está colocada à frente da sede, na Califórnia, é a placa da Sun Microsystem, empresa que antes ocupava o prédio. O logo da Sun ainda aparece no lado de trás da placa, para lembrar que o Facebook não foi a primeira grande empresa de tecnologia a ocupar aquele espaço. É uma forma de levar os funcionários a refletirem sobre isso.

8. Cada sala de reunião tem nomes escolhidos pelos funcionários.

9. Existe um grande ecrã no pátio principal.

Recorde-se que o Facebook foi considerado, em 2010, a melhor empresa para se trabalhar, nos EUA, segundo a consultora norte-americana Glassdoor.

Os funcionários da Facebook destacaram o “bom ambiente” de trabalho e a “cooperação, e não competição que se faz sentir” na empresa, e deram a Marck Zuckerberg uma taxa de aprovação de 96% .

Limiano troca “likes” por fatias de queijo para sandes de crianças

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A marca de queijos Limiano e a Associação Novo Futuro lançaram uma iniciativa no Facebook que visa transformar “likes” em fatias de queijo.

Através da sua página naquela rede social, e no seguimento da sua política de responsabilidade social empresarial, a Limiano vai oferecer cerca de 220 quilos de queijo – ou seja, um ano de queijo – a esta instituição solidária.

Até ao momento foram já garantidas mais de 3.000 fatias de queijo que irão enriquecer os pequenos-almoços e lanches de muitas crianças e jovens em risco.

Uma vez que o queijo é “um dos alimentos essenciais para uma alimentação equilibrada”, a marca decidiu sensibilizar os internautas e, por cada novo fã da Limiano, será oferecida uma fatia de queijo para os lanches e pequenos-almoços aos cerca de 74 crianças e jovens apoiados pela Associação Novo Futuro.

“É com prazer que voltamos a apoiar a Associação Novo Futuro, um projeto que abraçamos com muito carinho e que tem como inspiração o trabalho extraordinário que esta instituição realiza junto de crianças e jovens”, explicou Paula Amaral, Brand Manager da Limiano, em comunicado enviado ao Boas Notícias.

Isabel Mégre, presidente da direcção da Associação Novo Futuro, congratulou-se também com a iniciativa. “Parceiros como o queijo Limiano permitem-nos tornar o dia-a-dia dos nossos jovens mais saboroso e nutritivo, com pequenos-almoços e lanches equilibrados”, defendeu.

Para ajudar esta causa, basta visitar a página oficial da marca no Facebook e tornar-se fã, clicando aqui.

Time Rabbit: saiba quanto tempo passa no Facebook

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O Facebook é um fenómeno. É a rede social mais utilizada do mundo, é um dos sites mais visitados em toda a Web e consegue ser uma das plataformas que mais tempo consegue “roubar” aos Internautas – várias horas por dia em alguns casos.

A pensar neste último factor em particular, a Breakpoint Software Development criou o Time Rabbit, um programa de ambiente desktop que permite monitorizar o tempo que cada utilizador passa na rede social.

Para já disponível apenas para Windows e de forma gratuita, quando o Internauta acede ao Facebook o programa começa logo a contabilizar o tempo que vai ser passado na plataforma online.

O cronómetro só deixa de contar cinco segundos depois de o utilizador sair da rede social.

Além de análise diária, o Time Rabbit guarda os dados relativos a todos os dias, permitindo fazer uma observação mais detalhada de quanto tempo o Facebook está em funcionamento na vida de alguém.

Existem outros programas e até plug-ins de browsers que têm funções semelhantes, mas nunca é demais ter uma ferramenta de controlo de atividades não vá o utilizador estar viciado no Facebook e nunca se ter apercebido.

Casaco envia mensagens para o Facebook em situações de emergência

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Um grupo de estudantes do Departamento de Tecnologias de Comunicação e Informação da Norwegian University of Science and Technology (NTNU) desenvolveu um casaco que se liga às redes sociais – especialmente ao Facebook – em situações de emergência.

De acordo com o Science Daily, o novo projecto, desenvolvido em parceria com investigadores da instituição escandinava SINTEF, visa a utilização deste casaco em cenários de acidentes, catástrofes ou que envolvam necessidades de socorro, permitindo aos profissionais de protecção civil e segurança usar um sistema de comunicação bidirecional baseado na voz, complementado com funções de vibração e escrita.

Segundo os seus responsáveis, o objectivo é substituir os normais telemóveis durante essas situações, uma vez que a interacção dos utilizadores com as teclas, com os ecrãs ou mesmo o transporte de um telemóvel na mão nem sempre são situações possíveis em cenários de emergência e catástrofe.

“Nestas situações as equipas (de socorro) necessitam de dispositivos com uma interface de utilizador muito mais simples” defende num comunicado Babak Farshchian, investigador do SINTEF, explicando que “esta foi a ideia básica que esteve na origem da criação destes casacos”.

Os investigadores usaram um normal casaco de pronto a vestir, no qual colocaram cabos e sensores entre as camadas interiores e exteriores da peça. Num dos bolsos, foi usado um circuito com bateria que serve para controlar os sensores e um microfone, enquanto numa das mangas foi introduzido um pequeno ecrã com duas linhas de texto, que surge em movimento sempre que há uma nova mensagem. Tudo baseado num telemóvel que nunca têm que segurar.

Na prática, o utilizador pode enviar mensagens usando a sua voz, detectando a recepção de informações através de sinais sonoros ou, em alternativa, de um pequeno dispositivo de vibração colocado na gola do casaco. Ao sentir essa vibração no pescoço, pode depois levantar o braço e visionar a respectiva mensagem.

Toshiba lança casting no Facebook para filme de Hollywood. Portugueses podem concorrer

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A Toshiba Digital Products Division (DPD), uma divisão da Toshiba America Information Systems Inc., e a Intel Corporation divulgaram uma colaboração criativa com o objectivo de criar o segundo filme social intitulado The Beauty Inside. No seguimento deste projecto será efectuado um casting online com audições para o papel da personagem principal.

Protagonizado por Topher Grace e Mary Elizabeth Winstead, e realizado por Drake Doremus, The Beauty Inside é uma experiência cinematográfica na área do entretenimento para as redes sociais, que ganhou vida através de grandes mentes criativas de Hollywood, tecnologia e redes sociais.

O filme tem estreia mundial marcada para dia 16 de Agosto no Facebook, e insere-se num inovador género: o do entretenimento interactivo em redes sociais.

Desta forma, os espectadores podem participar activamente, já que lhes é dada a oportunidade de interagir com o protagonista via rede social. Além disso, vários espectadores de todo o mundo terão a hipótese de fazer uma audição para interpretarem o papel do protagonista – Alex, uma decisão que justifica por que é que o conteúdo deste filme transcende todas as fronteiras nacionais.

O enredo do filme está centrado em Alex, um rapaz de vinte e poucos anos que acorda todos os dias com uma nova cara e um novo corpo, ou seja, é uma pessoa totalmente diferente por fora, mas por dentro mantém-se a mesma pessoa. Isto significa que terá de ultrapassar vários desafios relacionados com o seu local de trabalho, as aventuras e os problemas em que se verá envolvido, para além de uma reviravolta romântica.

Durante as suas aventuras diárias, Alex transporta sempre consigo um Ultrabook Toshiba Portégé, que funciona como um diário onde documenta e regista todas as suas atribulações diárias que advêm do facto da sua aparência estar sempre em mutação. É através do Ultrabook que os espectadores vão conseguir identificar o Alex em cada episódio.

De modo a conseguir retratar a aparência sempre em mudança do Alex, foi lançado um casting mundial online via Facebook, oferecendo aos espectadores de mais de 15 países a hipótese de fazerem uma audição e, assim, encarnarem uma das identidades do Alex.

Os interessados podem candidatar-se e participar no casting online através do perfil de Facebook (http://facebook.com/thebeautyinsidefilm). Para tal basta seguir as indicações, escolher a cena do guião que pretende fazer e gravar o seu próprio vídeo. Depois é partilhá-lo com os seus amigos e familiares para gerar o maior número de Likes.

Quanto vale o seu perfil no Facebook? O Val-You Quiz diz-lhe

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Desenvolvido pela empresa de privacidade online Albine, o Val-You Quiz consiste num inquérito que contempla sete perguntas, tais como local de origem, número de amigos no Facebook, quantas fotos partilha no seu moral e outras questões relacionadas com o comportamento do utilizador na rede social.

De acordo com o Mashable, para a empresa, o factor determinante são os “social games”. Por exemplo, quanto mais o utilizador jogar Mafia Wars e Farmville, mais vale para o Facebook.

Além disso, residir nos Estados Unidos também aumenta o valor do perfil do utilizador no mercado. Isto acontece, porque a maioria dos lucros do Facebook é aplicado por empresas norte-americanas.

Outro dos serviços da empresa é o Privacy Watch, que alerta o utilizador sempre que o Facebook altera as configurações de privacidade, fornecendo dicas para manter as informações seguras.

Até à data, o valor médio das utilizadores que fizeram o teste é de 50 dólares (o equivalente a 39 euros)  – para fazer uma estimativa do próprio valor do Facebook, é só multiplicar este número pelos 900 milhões de utilizadores da rede social.

Está curioso para saber quanto vale o seu perfil? Não perca tempo e consulte a página.

Aplicação no Facebook vai permitir medir inteligência visual

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Quanto mede a sua inteligência visual? Agora pode obter a resposta através de uma aplicação no Facebook, que foi desenvolvida por uma equipa de neuro-investigadores do Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC), em Espanha.

Já conhecemos o QI há muito tempo, mas há ainda outra dimensão fundamental da inteligência que dá forma à nossa experiência e passa amplamente despercebida: a inteligência visual.

A nova plataforma desenvolvida permitirá aos investigadores testar diferentes capacidades cognitivas e obter uma grande quantidade de dados, determinando os parâmetros que afectam a capacidade visual do cérebro humano, avança o The Medical News.

“É a primeira vez que utilizamos uma rede social para um estudo cognitivo, o que nos permitirá obter uma grande quantidade de informação sobre a capacidade cognitiva dos utilizadores da Internet em todo o mundo”, explica García de Polavieja, investigador do CSIC e director do estudo.

A aplicação consiste num jogo que tem a duração máxima de três minutos. As provas são constituídas por duas fases. Por um lado, é pedido aos participantes que calculem, por exemplo, quantos lápis estão numa determinada figura, e, por outro lado, que seleccionem, entre duas possibilidades, a que tem maior número de lápis.

Além disso, alguns dos jogos podem recolher informação social como o número de pessoas que optaram por uma determinada resposta. Depois dos utilizadores responderem a todas as questões, o programa calcula a pontuação em função da precisão e rapidez em dar respostas.

Posteriormente, o resultado aparece num ranking que agrega todas as pontuações, sendo os dados gerados  armazenados num arquivo – alojado num servidor externo ao CSIC.

“Os resultados vão ajudar a determinar quais os factores (tempo, informação social e idade) que afectam o desempenho visual; esta análise permitirá elaborar um modelo de respostas dos seres humanos”, explicam os investigadores.

Jovens estão a fugir do Facebook

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A rede está em queda nos Estados Unidos desde que os mais jovens se começaram a afastar… por razões óbvias.

Desde que os pais entraram para o Facebook que os jovens se começaram a afastar dele. Afinal, o que a rede social tinha de bom – poder falar à vontade com os amigos, escrever tudo o que lhes vai na cabeça, partilhar fotos decentes e indecentes – perdeu-se a partir da altura em que os adultos descobriram uma forma de reencontrar amigos e conhecidos que há muito tinham perdido de vista.

A teoria é defendida por David Martin, cronista da Forbes, que lembra que ser jovem é manter os pais à distância. Ora foi precisamente este o factor de sucesso inicial do Facebook, mas desde que os adultos começaram a criar páginas e a controlar as dos filhos, a rede perdeu a piada. Hoje, a idade média do utilizador do Facebook é… 40 anos! E os dois grupos que mais têm crescido são o de 55/64 anos e acima dos 65 anos!!! Compreende-se que os jovens se estejam a eclipsar da rede, certo? Não bastava os pais, agora ainda correm o risco de provocar um ataque de coração aos avós!

Um estudo realizado no ano passado, constatou que um em cada cinco adolescentes entrevistados mantém a conta no Facebook mas liga-lhe cada vez menos. Aliás, a principal razão porque este grupo etário ainda se mantém conectado à rede são os jogos, e já não a possibilidade de interagir com os amigos.

Mas se é fã do Facebook não se preocupe, pois a entrada da rede social nos países da América Latina e na China vai mantê-la viva e de boa saúde por muito tempo. E mais, os anunciantes que entretanto descobriram mais um meio certeiro para comunicar com os adultos não vão querer que ela desapareça. Quanto aos jovens, bom esses já estão à espera da próxima novidade que consiga manter os pais à distância por uns tempos.

Facebook ‘paga-lhe’ para ver publicidade

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Na verdade, nunca verá o dinheiro, mas pode usá-lo como créditos para gastar em jogos e no serviço de compras colectivas da rede.

O Facebook lançou um desafio aos seus seguidores com síndrome de Tio Patinhas: paga 1 crédito a quem concordar em ver publicidade sugerida pelo site. O objectivo é recuperara a fatia de publicidade que a rede perdeu no ano passado, aliciando os seus seguidores a verem filmes publicitários em troca de créditos que podem depois gastar na compra de items para jogos, por exemplo.

E segundos a agência que teve a ideia, não pense que ao carregar no botãozinho vai dar de caras com mais um filme como aqueles que vê na televisão. Nada disso! Segundo garantem, os novos conteúdos misturam marketing com entretenimento, o que pode reakmente conquistar os mais curiosos.

Fonte: Veja