Apague a televisão!

Ao sábado à noite troque a televisão pelos amigos!

Ao sábado à noite troque a televisão pelos amigos!

 

São vários os estudos que apontam os malifícios da televisão na vida dos adultos e das crianças.

Esqueça os fins-de-semana em frente à televisão ou agarrada ao computador! Saia com os amigos, vá ao ginásio, faça uma caminhada com o seu parceiro, vá com as crianças ao parque. Está a chover? Convide os amigos para sua casa, aproveite para dar uma nova disposição à sua sala,  ponha as suas crianças a preparar um bolo ou uma omelete para o jantar, e… namore!

São vários os estudos que indicam que a televisão não é amiga da sua saúde.

AGRAVA O RISCO DE DEPRESSÃO NAS MULHERES. Um questionário feito a quase 50 mil mulheres, entre 1992 e 2006, pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, revelou que as que mais se exercitam e assistem a menos televisão têm menos risco de desenvolver depressão. As que praticam mais exercício têm menos 20% de hipóteses de se confrontar com a doença e as que passam mais tempo a ver televisão aumentam o risco em 13%

PIORA A SUA ALIMENTAÇÃO. Quanto mais tempo passa em frente à televisão, pior é a qualidade daquilo que come, concluiu um estudo da Universidade de Loughborough, do Reino Unido. Ver televisão está associado ao consumo de mais lanches, bebidas e fast-food com maior quantidade de calorias e baixa ingestão de frutas e legumes.

PREJUDICA A APRENDIZAGEM. Por cada hora que a criança passa em frente ao ecrã, há um declínio de 6% no seu desempenho matemático e de 7% na sua participação na sala de aula, revelou um estudo da Universidade de Montreal, no Canadá. Ainda recentemente lhe demos conta de uma recomendação da Academia Americana de Pediatria, que indica que as crianças aprendem e desenvolvem mais o cérebro a brincar do que a assistir a televisão.

PROVOCA HIPERTENSÃO. Uma investigação publicada no Archives of Pediatrics & Adolescent relacionou o excesso de tempo passado em frente ao ecrã da televisão e do computador com o aumento da pressão sanguínea nas crianças.

CAUSA PROBLEMAS PSICOLÓGICOS NAS CRIANÇAS. As crianças que passam duas ou mais horas diante dos ecrãs têm mais tendência para hiperactividade, dificuldades nos relacionamentos sociais e problemas psicológicos.

Fonte: Veja

Filhos pequenos deixam famílias ‘à beira de ataque de nervos’

18 nov familia2

Com ou sem stresse, não há nada que iguale estes momentos...

Eles são a grande fonte de stresse para os pais, especialmente por causa da falta de dinheiro e de vida social que a sua chegada implica…

Quem tem filhos sabe do que estamos a falar… Conciliar todas as responsabilidades que a maternidade implica é uma missão quase impossível – ou pelo menos assim parece para os pais que ainda estão em rodagem. Uma sondagem feita em Inglaterra concluiu que grande parte das famílias que têm filhos pequenos vivem em constante stresse e desgaste.

Cerca de 40% dos pais inquiridos confessa sentir-se ‘no limite’ devido a preocupações com dinheiro e com as mudanças no estilo de vida necessárias para integrar as crianças na vida familiar. Entre estes, mais de 60% assumem que esse desgaste afecte negativamente a relação com os filhos e 93% receiam que tal possa ter consequências no desenvolvimento das crianças.

As dificuldades para manter a vida social também foram apontadas como um dos motivos do desgaste.

Se sente que poderia fazer parte destes números, tenha calma, pois as reclamações são maiores entre os pais com filhos até aos 5 anos… depois tudo se começa a compôr… a menos que ‘encomende’ o próximo!

Fonte: Female First

Pais controlam filhos na internet

14 nov computer2

Vigie os sites por onde ele anda...

Principalmente, os que têm crianças com idades entre os 5 e os 12 anos.

Controlar por onde os seus filhos vagueiam quando estão na internet é uma forma de os afastar das ameaças a que estão sujeitos. E segundo uma pesquisa divulgada pela empresa Eset, mais de 86% dos pais em todo o mundo, vigiam as actividades dos filhos quando estão no computador (mas é bom lembrar que a internet já não se acessa apenas no computador…)

Mais de 24% dos pais inquiridos adoptaram os filtros de conteúdos disponibilizados pelos sistemas operacionais, como o Windows e o Mac OS, além dos navegadores da internet. Logo a seguir, vêm os programas externos de controle, de empresas especializadas.

As principais preocupações dos pais são a pornografia infantil e a pedofilia, mas o cyberbulling, o roubo de informações e o malware (softwares que danificam o equipamento ou roubam informações pessoais ou bancárias do utilizador), também devem ser tidos em conta.

Fonte: Veja

Como entender o seu filho adolescente

Tentar entender um pouco do universo do seu filho consegue aproximá-los mais.

Tentar entender um pouco do universo do seu filho consegue aproximá-los mais.

Recorra aos estudos mais recentes para comunicar melhor com o seu filho e tentar mantê-lo afastado dos riscos próprios da idade.

HUMOR IMPREVISÍVEL. Segundo os especialistas, as transformações no cérebro e nas hormonas dos adolescentes não terminam aos 18 anos. É preciso estar preparado para lidar com as suas mudanças de humor até aos 24 anos. Só a partir dessa altura é que, finalmente, deverá à sua frente um jovem emocionalmente mais estável.

DIFICULDADE DE AVALIAÇÃO DE RISCO. Os adolescentes procuram a recompensa no curto prazo. Por isso, se expõem tanto ao risco, mesmo quando têm a exacta noção de que ele é bastante elevado – velocidade excessiva, abuso de álcool e drogas, etc. Para os ajudar a desfrutar da sensação de recompensa num ambiente menos arriscado, os especialistas recomendam que os pais estimulem a prática de exercício físico – as artes marciais podem ajudá-lo a controlar a agressividade, enquanto os desportos radicais, praticados segundo as regras de segurança, vão ajudá-lo a libertar energia e a sentir a adrenalina que tanto apreciam, mas em ambientes de risco calculado. A criação de programas de prevenção de risco nas escolas também é outra das recomendações de quem entende bem a mente dos adolescentes.

UNIVERSOS DIFERENTES. Entender um pouco do universo dos filhos é importante para saber do que é que eles falam. Saber como funciona o Facebook, por exemplo, pode ajudar a compreender como e onde os seus filhos vão procurar informações e conversar com eles sobre isso. Mas também é importante que os pais aprendem a conviver com a diferença e percebam que o filho não irá, necessariamente, concordar com o que eles pensam.

COMPORTAMENTOS CONTRADITÓRIOS. Várias mudanças no cérebro acontecem ao mesmo tempo. Enquanto algumas favorecem a impulsividade, outras começam a calcular o que se ganha com atitudes tresloucadas que já deram maus resultados antes. Por isso, é comum haver momentos de grande contradição e exposição involuntária ao risco, apesar de o jovem já ter todas as informações para se proteger. Em alguns casos, pode acontecer que o seu filho esteja com a autoestima em baixo e precise de se sentir mais valorizado e aceite pelos que são importantes na sua vida.

Fonte: Isto É

Geração X é mais feliz do que se pensava

31 out felizes

Aqueles que nasceram entre 1960 e 1980 conseguem um bom equilíbrio entre trabalho, família e lazer, revela um estudo realizado nos Estados Unidos.

O Relatório X, do cientista Jon D. Miller, vem desmentir aqueles que defendiam que a Geração X não tem uma boa qualidade de vida e que é composta por pessoas infelizes e com tendência a isolar-se. Nada disso! “Eles são activos nas suas comunidades, principalmente satisfeitos com os seus empregos e capazes de equilibrar trabalho, família e lazer”, defende Jon Miller.

O levantamento foi feito nos Estados Unidos, entre 1987 e 2010, a pessoas que têm entre 30 e 50 anos, e conclui que esta Geração X não é empreendedora – prefere trabalhar para os outros -, mas é bastante dedicada ao trabalho. Dois terços dos entrevistados são casados e 71% tem filhos, com quem passa bastante tempo. Três quartos ajudam os filhos com os trabalhos de casa e, mais de 40% gastam cinco ou mais horas por semana com essa tarefa.

Mas a família não é o seu único ponto de interesse, esta geração também valoriza bastante a amizade. Cerca de 95% liga para amigos e familiares, pelo menos, uma vez por semana, e 30% liga mesmo diariamente. A leitura é outro dos seus prazeres. Mais de 70% lê jornais ou livros com regularidade e quase metade lê mais de seis livros por ano.

Quando questionados sobre o seu grau de felicidade, a nota média dada pelos inquiridos foi de 7,5, numa escala de 10, o que corresponde a ‘muito feliz’.

Fonte: Época

Filhos informados conseguem famílias mais saudáveis

31 out familia2

Os mais novos podem influenciar os hábitos alimentares de toda a família, pela positiva.

Um estudo feito no Brasil prova que crianças bem orientadas para uma vida mais saudável conseguem alterar os hábitos de toda a família.

Ensinar aos mais novos hábitos de vida saudáveis pode evitar problemas de saúde para eles e para toda a família. Foi esta a conclusão a que chegou um estudo feito no ano passado no Brasil, que envolveu quase 200 crianças e 323 pais, entre os 6 e os 10 anos.

Uma parte destas crianças recebeu materiais informativos duas vezes ao longo do ano lectivo. As restantes, além desse material, também frequentaram sessões semanais de orientação sobre saúde cardiovascular, que incluia mesmo preparação de pratos saudáveis. Todas as crianças foram incentivadas a levar as recomendações para casa.

No final do ano todos (pais e filhos) melhoraram os seus níveis de saúde (tensão arterial, colesterol, etc.), mas notou-se que os resultados foram ainda melhores nas famílias das crianças que receberam mais informação. Nesse grupo, quase 7% dos pais apresentava probabilidades de sofrer um ataque cardíaco nos próximos dez anos, e, no final do ano, 90% deles estavam fora de risco.

Professores de Estudo do Meio ou de Ciências da Natureza podem ter um papel crucial em acções deste tipo. Além da informação que faz parte dos programas curriculares, é possível reforçá-la em acções mais concretas nas aulas de Estudo Acompanhado, por exemplo. Ou mesmo, promovendo workshops de alimentação saudável para pais e crianças ou concursos de fotografia, em que poderão premiar o aluno que fotografe o prato mais saudável preparado em casa. Os resultados podem ser muito compensadores para todos.

Fonte: Isto É

Alerta! Anorexia e bulimia no Facebook e no Twitter

Tente perceber por onde andam os seus filhos nas redes sociais.

Tente perceber por onde andam os seus filhos nas redes sociais.

Recentemente, foram detectados vários perfis no Twitter que promovem estes distúrbios alimentares, através de conselhos e regras que os jovens ‘adeptos’ devem seguir no dia-a-dia. Não deixe os seus filhos ‘à solta’ nas redes sociais.

Muitos pais não têm a noção que o Facebook e o Twitter são um ‘verdadeiro mundo’ que é perigoso ignorar. É confortável ter os filhos em casa, no computador ou agarrados aos telemóveis, em vez de estar preocupado sobre o que andarão a fazer até chegarem a casa… Contudo, se não fizer parte do mundo das redes sociais, os seus filhos podem andar por caminhos perigosos, mesmo quando estão junto de si, sem que nem sequer suspeite.

Recentemente, foram detectados perfis no Twitter que promovem a anorexia e a bulimia através de conselhos e regras para o dia-a-dia, e que podem ser uma péssima influência para os mais novos, além de os poder conduzir a uma destas situações, se os pais não estiverem atentos.

A Bitdefender, empresa que detectou estes perfis, também identificou outros semelhantes no Facebook e blogs onde os jovens trocam dicas sobre estas matérias. O conselho desta empresa para ajudar os pais a vigiar correctamente o uso que os filhos fazem das redes sociais é criar um perfil nas redes onde os filhos estão, e saber usá-lo correctamente. É fundamental que siga o seu filho nas diferentes redes, apesar de haver mecanismos para que eles lhes filtrem a informação – mas ainda assim, é melhor estar do que ignorar, pois as suas hipóteses de detectar algo de anormal são francamente maiores.

No entanto, se suspeita que o seu filho continua a visitar páginas e blogues sobre estes temas, pode recorrer ao Controlo Parental, impedindo-os de visitar páginas que contenham uma série de palavras como bulimia, anorexia, ana (nome que as anoréticas dão a si próprias), mia (o nome usado pelas bulímicas), princesa (é a forma como se vêem) ou vomitar, por exemplo.

“Muitos pais de filhos adolescentes não sabem bem o que são as redes sociais e os perigos que escondem”, alerta uma responsável da Bitdefender.

Fonte: Ciência Hoje

Adolescentes que dormem pouco ganham mais peso

26 out teen

Os jovens que dormem menos de sete horas têm um índice de massa corporal mais elevado.

Um estudo realizado com 255 adolescentes de ambos os sexos, constatou que os que dormem menos de sete horas por noite têm um índice de massa corporal mais elevado em 3,8% nos rapazes, e quase 5% nas raparigas, do que os que dormem mais.

Segundo os investigadores do Centro de Medicina do Sono Baylor College, no Texas, estes resultados podem estar directamente relacionados com as hormonas grelina e leptina, que regulam as sensações de fome e saciedade. “Quando não se dorme o suficiente, o nível de leptina desce, o que significa que não se fica satisfeito com o que se come. A falta de sono faz aumentar os níveis de grelina, o que estimula o apetite, e faz com que as pessoas queiram comer mais”, comentou Radha Rao, coautora do estudo.

Por outro lado, os adolescentes que dormem menos de oito horas também têm tendência a consumir mais calorias, o que significa que têm maior risco para a obesidade e problemas de saúde associados, como a pressão arterial elevada, doença cardíaca e derrames.

Mas além do ganho de peso, a falta de sono durante a adolescência pode resultar também em maus hábitos na idade adulta e trazer consequências negativas a longo prazo para a saúde. “O sono promove o crescimento das crianças e adolescentes e fortalece o seu sistema nervoso e imunológico”, alerta Rao. E é preciso não esquecer que um adolescente que dorme pouco têm mais dificuldade em estar atento nas aulas e no estudo, mais probabilidades de ficar stressado e até doente.

Não é fácil mandar um adolescente para a cama, mas faça os possíveis para que ele durma as oito horas necessárias.

Fonte: Veja

O seu filho faz desporto suficiente?

25 out judo2

O judo é uma boa opção!

A Organização Mundial de Saúde recomenda que as crianças pratiquem, pelo menos, uma hora diária de actividade física de moderada a vigorosa intensidade.

Pense duas vezes: que exercício físico é que o seu filho pratica? As três horas semanais na escola? Não chega! Quando há uns largos anos, depois da escola, as crianças ainda podiam ir jogar à bola com os vizinhos na rua, as parcas horas de desporto na escola eram suficientes, mas hoje não. A maioria das crianças enfia-se no sofá para ver televisão ou jogar Playstation, ou senta-se à secretária para se dedicar à internet e aos jogos de computador. Ora, mexer apenas os dedos não conta como exercício físico!

Para cumprir as recomendações da Organização Mundial de Saúde o seu filho precisa de, pelo menos, mais uma actividade física semanal. A escolha é sua, ou melhor, dele, mas é importante que o inscreva noutro desporto. As opções são muitas e, geralmente, todas as crianças simpatizam com alguma. Quer seja o judo, natação, futebol, ténis, por exemplo, o importante é obrigá-lo a mexer-se.

Fãs de heavy metal têm tendência depressiva

21 out Death_Metal_Holocaust_by_infernosilver

Estudo australiano lança o alerta: os jovens que ouvem muito heavy metal são mais suceptíveis a depressões.

Adolescentes que ouvem heavy metal são mais susceptíveis a depressão ou outros distúrbios mentais, conclui um estudo realizado pela Universidade de Melbourne, na Austrália. Foram examinados os efeitos de diferentes estilos musicais em 50 jovens, entre os 13 e os 18 anos, além de um inquérito a mais mil pessoas, e os investigadores concluiram que as músicas das bandas de heavy metal são, geralmente, ouvidas de ‘forma negativa’.

Enquanto a maioria dos jovens ouve uma variedade de estilos para melhorar o humor, passar um bom bocado ou ganhar energia numa actividade física, os adolescentes com risco de depressão tendem a ouvir música, especialmente o heavy metal, como forma de se isolarem e fugirem à realidade. É normal ouvirem o mesmo álbum até à exaustão. Se este comportamento persistir durante algum tempo pode ser um sinal de que o jovem sofre de depressão ou ansiedade. Segundo o estudo, rock, pop ou rap não têm o mesmo efeito.

Fonte: Globo