O dinheiro compra felicidade? Milionários dizem que sim

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Um em cada cinco milionários reconhece que o dinheiro pode comprar felicidade, segundo um relatório da consultora norte-americana Spectrem Group, divulgado recentemente. O estudo mostra que os cidadãos com mais dinheiro têm níveis mais elevados de felicidade.

O estudo contou com a participação de 1.200 investidores que tiveram de classificar o seu nível geral de felicidade, assim como o nível de satisfação com o seu trabalho, casamento e actividades de lazer.

Cerca de 25% dos indivíduos com um património avaliado em US$ 100 mil (cerca de 77 mil euros) referiram que são muito felizes.

Por outro lado, esta percentagem sobe para 44% entre os entrevistados com um património líquido avaliado entre US$ 5 milhões e US$ 25 milhões (4 milhões de euros e 19 milhões de euros).

Os milionários revelaram ainda níveis significativamente mais elevados de satisfação no que diz respeito ao casamento, relacionamentos pessoais e relação com os filhos do que os que têm rendimentos inferiores.

70% dos milionários disseram que são “muito felizes”  no seu casamento ou relacionamentos pessoais.

Em relação ao trabalho, por exemplo, 53% dos milionários responderam estar muito satisfeitos com o seu emprego actual ou anterior e apenas 21% das pessoas que têm menos de US$ 100 mil (cerca de 77 mil euros) disseram que estavam satisfeitas com o seu trabalho.

Cuidar da casa torna os homens mais felizes? Estudo diz que sim

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Varrer, lavar a roupa,limpar o pó, tirar as ervas daninhas do quintal… tudo isto torna os homens mais felizes. A conclusão é de um estudo da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, que concluiu que, quando o acto de cuidar da casa é partilhado, as discussões diminuem e a felicidade no lar aumenta.

A equipa envolvida na investigação, coordenada pela socióloga Jacqueline Scott, revelou que esperava encontrar maiores conflitos e mal-estar nos casos em que os homens ajudavam nas tarefas domésticas. Todavia, o que encontraram foi exactamente o contrário.

“Este facto deve-se à defesa da igualdade por parte dos homens. Os homens sentem-se desconfortáveis, se for a mulher a fazer a maioria do trabalho, inclusive porque as mulheres se têm tornado cada vez mais assertivas e mostrado maior insatisfação perante a preguiça dos parceiros”, explicam os autores da investigação.

O estudo sugere ainda que os maridos e namorados se sentem culpados quando a parceria tem a seu cargo todo o trabalho doméstico, o que lhes causa causa incómodo e afecta o bem-estar do casal.

A investigação desenvolvida pela Universidade de Cambridge baseou-se nos resultados do Estudo Social Europeu, um inquérito financiado por Bruxelas que engloba cerca de 30.000 pessoas em 34 países diferentes e que questiona o sexo masculino sobre o tempo que despendem na realização de tarefas domésticas como cozinhar, limpar, fazer compras e cuidar da casa.

ONU institui Dia Internacional da Felicidade

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A Organização das Nações Unidas (ONU) acaba de instituir o dia 20 de Março como Dia Internacional da Felicidade. A decisão foi aprovada por consenso pela assembleia-geral, que pretende que todos em redor do mundo se unam à comemoração.

Na resolução, a assembleia-geral da ONU sublinhou que “a procura da felicidade é um dos objectivos fundamentais do ser humano”.

A resolução solicita a todos os 193 Estados-membros da organização que celebrem o dia “de forma apropriada, nomeadamente com actividades pedagógicas”.

A ideia para a criação deste dia foi lançada pelo Butão, um pequeno reino budista localizado nos Himalaias que adopta como estatística oficial a ‘Felicidade Nacional Bruta’ em vez do Produto Interno Bruto (PIB).

O calendário da ONU integra até hoje 120 dias mundiais e internacionais dedicados a temas diversos como às mulheres rurais (15 de Outubro), ao jazz (30 de Abril) ou às aves migratórias (14/15 de Maio).

Samba e forma de viver colocam Brasil no primeiro lugar do ranking da felicidade

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O Brasil é considerado, pela quarta vez, o país mais optimista do mundo no Índice de Felicidade Futura para 2015. Já Portugal ocupa o 113º lugar, entre os 158 países inquiridos pela Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro.

A média mundial da felicidade é de 6,7 pontos numa escala de 0 a 10. Os brasileiros atingiram 8,6 pontos, enquanto países como Portugal e Grécia estão nos últimos lugares da tabela.

Segundo o investigador Marcelo Neri, coordenador do estudo, os últimos lugares são ocupados por países que estão em crise. “Tem a ver com a situação económica desses países, mas há um dado cultural, por exemplo a música de Portugal, o fado, é triste. No Brasil é o samba que reflecte o estado de espírito da população”, adianta.

“Além disso, o brasileiro acha que a vida vai melhorar e isso reflecte o estado de espírito, ele é um ser optimista por natureza, mas não consegue olhar para o país como um todo. O brasileiro é positivo e individualista, mas poupa pouco”, acrescentou o responsável.

O estudo da fundação brasileira revela ainda que, de uma forma geral, as mulheres são mais felizes que os homens. Contudo, as portuguesas não seguem a tendência mundial e apresentam um nível de felicidade menor que os homens.

Quanto a outros países emergentes, a África do Sul ocupa o 27.º lugar, com 7,7 pontos; a Rússia o 105.º lugar, com 6,4 pontos; a China surge na 111.ª posição, com 6,2 pontos e a Índia na 119.ª posição, com 6,1 pontos.

Pode consultar o Índice de Felicidade Futura para 2015 aqui.

Reino Unido: Hábitos de vida saudável tornam jovens mais felizes

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Os jovens que optam por hábitos de vida saudável são mais felizes do que os que preferem consumir fast-food e bebidas alcoólicas e fumar, segundo um estudo realizado pelo Conselho de Investigação Económica e Social do Reino Unido a 5 mil jovens entre os 10 e 15 anos de idade.

De acordo com o site Science Daily que cita o estudo, os jovens que nunca beberam bebidas alcoólicas apresentaram mais probabilidades de terem níveis mais elevados de felicidade do que aqueles que consomem bebidas alcoólicas.

Também os jovens que consomem frutas e hortaliças com maior frequência demonstraram ser mais felizes do que os que optam por batatas fritas, doces e refrigerantes.

Ainda de acordo com o estudo, os jovens que se revelaram mais felizes foram também aqueles que mais horas despendiam a fazer exercício físico.

O estudo concluiu ainda que, entre os 13 e 15 anos de anos, altura em que os jovens têm mais autonomia, o consumo de alimentos mais saudáveis diminui, assim como o hábito de fazer exercício físico.

“Esta análise mostra-nos que os jovens de todo o espectro social não estão a consumir alimentos saudáveis e começam a consumir álcool muito novos. Isto pode reflectir-se na sua vida adulta. Por isso, deve-se ajudar os jovens a reduzir as escolhas prejudiciais à saúde, de forma a reduzir o número de adultos com doenças crónica ou outras”, explica Cara Booker, uma das co-autoras do estudo.

Apenas 11% dos jovens entre os 13 a 15 anos afirmaram que consumiam entre cinco ou mais porções de frutas e legumes por dia.

Qual o lado da felicidade na cama?

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Parece que não é indiferente a sua preferência em dormir do lado direito ou esquerdo da cama…

Segundo um estudo agora divulgado, quem tem tendência para dormir do lado esquerdo de uma cama de casal é, aparentemente, mais feliz do que os que escolhem o lado direito. Além disso, quem prefere a esquerda é, geralmente, mais positivo, lida melhor com a pressão e o stresse, e mais de um terço tem uma visão mais positiva da vida.

Dois terços dos que dormem do lado esquerdo são mais calmos numa crise na relação, têm mais confiança e são mais estáveis no emprego – 31% diz que ama o trabalho, contra a+enas 18% dos que dormem do lado direito.

Mas não se pense que é tudo mau para quem prefere o lado direito da cama, nada disso! Pelo menos, num aspecto estas pessoas saem a ganhar… têm salários melhores do que os outros.

Fonte: Terra

4 princípios para ser feliz

Top view of a young pretty female sitting in the park working on a laptop

Siga 4 conselhos simples da psicóloga Maria Jésus Álava, uma espécie de guru da felicidade.

APROVEITE OS DIAS DE SOL. “A luz provoca reacções químicas no nosso organismo que nos fazem sentir muito melhor – não é por casao que há menos crises depressivas entre Junho e Novembro.”

DURMA OITO HORAS. “Enquanto dormimos reduzimos o nível de ansiedade. Se as horas de sono não são suficientes, acordamos com o nível de ansiedade alterado…”

NÃO VALORIZE TUDO O QUE OUVE. “Damos uma importância excessiva à percepção que o mundo tem de nós. Isso é uma fonte constante de angústia.”

TRABALHE A EXPRESSIVIDADE. “Há que dizer mais vezes ‘Amo-te’ às pessoas mais importantes das nossas vidas; sorrir – é a distância mais curta entre duas pessoas –, e usar muito a imaginação.”

Fonte: Telva

Dinheiro não é a principal fonte de felicidade

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‘O dinheiro não traz felicidade’, diz o ditado, e os mais novos acrescentam, ‘mas ajuda muito’. Não há como negar, mas a verdade é que se lhe perguntarmos o que lhe dá mais prazer na vida, talvez o dinheiro não influencie sequer as suas prioridades.

Um inquérito feito recentemente no Reino Unido, constatou que o que os ingleses consideram mais importante na vida, e fonte do seu bem-estar são, por esta ordem: saúde, amigos e família.

Uma outra sondagem feita na Nova Zelândia, por uma marca de alimentos, também veio mais ou menos no mesmo sentido. À pergunta ‘o que é que lhe dá mais prazer?’, duas mil pessoas responderam: rir, saborear uma boa refeição na companhia dos amigos e… um abraço!

A fórmula da felicidade

7 de julho felicidade

Quantas vezes já ouviu dizer que a felicidade é saber valorizar as pequenas coisas da vida. E, segundo os especialistas, é mesmo!

(Família e amigos) + tempo livre + ajudar os outros = felicidade. Esta é a fórmula, segundo foi divulgado no final do I Congresso Internacional da Felicidade, que decorreu recentemente em Madrid. A companhia dos outros e tempo para desfrutá-la é afinal quase tudo o que precisamos para ser felizes. Assim como ninguém se sentiria feliz a ver um jogo de futebol da sua equipa favorita num estádio vazio, também nos angustia a constante falta de tempo que temos para estar com aqueles que nos são mais queridos. Por isso é vital conseguir o equilíbrio nesta área.

E para que o nosso estado de felicidade dure, não bastam estes dois ingredientes, companhia e tempo. Segundo Sonja Lyubomirsky,  professora de Psicologia da Universidade da Califórnia, os 40% da felicidade que dependem apenas de nós – 50% são determinados pelos genes e 10% pelas circunstâncias – são claramente influenciados pelas actividades que fazemos na nossa vida pessoal, como dormir uma sesta, namorar, ir ao cinema ou ajudar os outros. E Sonja é peremptória: “Se quer sentir um tipo de felicidade duradoura, tem de comprometer-se em ajudar os outros.”

Fonte: El Magazine

Responsabilize-se pela sua felicidade

Closeup of a laughing young girl enjoying at nightclub

Javier Urra, psicólogo espanhol, acaba de lançar um livro a que chamou ‘Qué Se le Puede pedir A La Vida?’, onde deixa os passos para alcançar a felicidade. É mais fácil do que parece.

O psicólogo espanhol tem uma teoria muito interessante, segundo ele o optimismo deveria ensinar-se na escola. “É uma obrigação moral, porque a vida é uma atitude: se queres ver o sol nascer tens de olhar para Este”, disse à revista YoDona. Para ele, ser feliz implica responsabilizar-se pelo que lhe acontece e assumir uma atitude positiva. Ser feliz não implica mais esforço, mas sim olhar a vida de uma perspectiva diferente.

De pouco lhe serve ficar á espera que as medidas do FMI comecem a fazer efeito, rezar para que aquela colega que inferniza a vida de toda a gente, mude de departamento, ou que esses indesejados 3 kg que se instalaram durante o Inverno desapareçam com um truque de magia. “É mais fácil fazer algo por si, do que esperar que os outros o façam”, alerta Urra. Além disso, lembre-se que geralmente recebemos aquilo que damos, se anda com má cara, como quer receber sorrisos em troca?!

Para poder ser mais feliz deve ter um projecto de vida, marcar pequenas metas diárias que a vão levar aquilo que quer atingir daqui a 10 ou 20 anos. E enquanto não chega lá, sinta-se feliz por o que consegue atingir nos pequenos passos que dá em cada dia.

Siga as 10 dicas de Javier Urra para ser feliz:

  1. Entenda que a vida é limitada. Se fosse sempre feliz, não saberia que o era e, por isso, nunca o seria. Complicado? Leia de novo até perceber.
  2. Não peça à vida mais do que ela lhe pode dar.
  3. Tente dar aos outros tanto, ou mais, do que gostava de receber.
  4. Aprenda a saborear os pequenos momentos de felicidade.
  5. O que importa não é o ‘eu’, mas mais o ‘tu’, e, sobretudo, o ‘nós’.
  6. Relativize os problemas, ou seja, não lhe dê mais importância que a que têm.
  7. Encare a vida com humor.
  8. Seja auto-crítico.
  9. Trate os outros com simpatia, seja agradável.
  10. Conheça pessoas novas, entenda o que sentem, o que pensam.