Se a nova colecção da Mango se transformasse num prato de comida, qual seria?

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Prefere uma salada by Kenzo ou um carpaccio tipo Gucci? Combinando uma boa dose de imaginação, criatividade e paixão pela gastronomia, a italiana Anna Marconi criou um site inovador, o Taste of Runnay, que transforma as colecções de moda das marca em pratos coloridos.

Por isso, não estranhe se um vestido de Verão da Tommy Hilfiger der lugar a um bolo de cenoura coberto por uma amora ou um vestido estampado criado pela Dolce & Gabbana inspirar a confecção de uma sopa de tomate com  hortelã.

No site, todas as montagens surgem acompanhadas de receitas, conselhos sobre moda e dicas de culinária para que possa triunfar à mesa.

Confira, abaixo, algumas das recriações de Anna Marconi e surpreenda-se com as semelhanças.

1. Colecção Dolce&Gabanna inspira sopa de tomate com hortelã.


2. Uma linha de roupa da Fendi dá origem a um prato de batatas fritas coloridas.


3. A forma e cor de um vestido da marca AkRis remetem para um peru fumado.


4. Um vestido da Moschino inspira um prato de espargos em conserva com ovos e flores.


5. Um vestido da Prada transforma-se numa Focaccia de Tomates.

6. Nesta colecção de Oscar de La renta, o vestido inspira a confecção de um Muffin e a blusa um suporte para servir o bolo.

Tendência: Chanel aposta em sobrancelhas cobertas de pedras e lantejoulas

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São a “moldura” natural dos olhos, aumentam e dão vida à expressão do rosto. Apesar de actualmente se procurar mantê-las dentro da sua linha natural, não existe um estilo determinado, e a sua forma única em cada uma de nós, por si só, é muitas vezes um pólo de referência, de encanto e sedução.

Ao contrário do que se possa pensar, não são só as roupas de Karl Lagerfeld que chamam a atenção do público na passarela. A Chanel acaba de mostrar – na Semana da Moda em Paris – que até as sobrancelhas podem ter um toque irreverente e ousado.

Para a próxima época Outono-Inverno, a marca francesa investiu numa nova tendência que vai muito além da roupa: sobrancelhas cobertas de pedras e lantejoulas. Confira nas fotos abaixo.

Bastante futurista, a sua nova colecção foi apresentada num cenário frio feito de cristais, onde o preto é a cor dominante.

De acordo com Peter Philips, director criativo de maquilhagem da Chanel, “a inspiração veio após algumas palavras que troquei com Lagerfeld e vi um rascunho desenhado por ele que mostrava uma mulher com pedras nas suas sobrancelhas”.

Para produzir o efeito desejado, Peter começou por aplicar lantejoulas nos tons cinza e pérolas e depois colocou pedras com cores variadas, explicou o Huffington Post.

Ana Salazar deixa empresa que criou há 30 anos

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A designer de moda Ana Salazar anunciou, ontem, que abandonou a empresa que criou há 30 anos com o seu nome, na qual era apenas directora criativa desde 2009. Apesar da sua saída, a marca vai continuar no mercado.

“É com profunda tristeza que anuncio que a partir de hoje cesso qualquer colaboração com a empresa Ana Salazar, lda, que criei há muitos anos e onde desde 2009 passei a desempenhar exclusivamente as funções de directora criativa”, explicou a criadora de moda, que este ano celebra 40 anos de actividade na área.

Ana Salazar explica que não pode mais continuar na marca que criou, indicando problemas de gestão na empresa. “Muito embora eu não seja responsável por qualquer dívida, a verdade é que é o meu nome e um património de respeito e consideração conquistado ao longo destes anos que está ser desbaratado”, explica a criadora.

Segundo Ana Salazar, em 2009, depois da morte do seu marido Manuel Salazar, com quem trabalhava na empresa, Luís Aranha e João Barbosa tornaram-se sócios da criadora em Setembro. “Fui abordada para um projecto empresarial, que me pareceu então entusiasmante e de futuro. Cedi primeiro a maioria e num segundo momento a totalidade do capital das empresas que criei”, revela, acrescentando que passou a dedicar-se em exclusivo à criação e representação da marca Ana Salazar.

“Passados pouco mais de dois anos, sou forçada a bater com a porta. Não posso mais tolerar uma situação de incumprimento generalizado para com o pessoal, os fornecedores, os parceiros e para comigo”, continua Ana Salazar, garantindo que até hoje não recebeu o que lhe foi prometido.

“Fiquei até hoje, apesar de pouco ou nada receber, a trabalhar. Quis acreditar até ao limite do possível. Mas se ficar um só dia mais, continuarei a viver uma mentira o que nunca fez parte do meu carácter”, atesta.

Com esta alteração inesperada, de acordo com o Público, Ana Salazar fez ainda saber que não estará presente na Moda Lisboa, nem em qualquer outro evento do sector, uma vez que não foi produzida a colecção Outono Inverno 2012 / 13 por falta de meios. No entanto, a criadora garante que este abandono na moda será apenas temporário.

Designer cria vestidos feitos de papel

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Para provar que é possível apresentar uma linha de roupa luxuosa, utilizando apenas material reciclado,a designer Lia Griffith criou vinte vestidos feitos de papel para a sua colecção Papier Couture.

Com folhas impressas recicladas e recorrendo a técnicas especiais, a designer criou vestidos compridos cheios de cor, ideais para festas ou cerimónias.

As peças, que primam por um estilo peculiar e pelas suas cores vibrantes, podem ser recicladas e até reaproveitadas para novos modelos.

A paixão de Griffith pelo papel começou na infância, altura em que a designer já criava os seus próprios objectos.

“O papel sempre foi meu objecto de brincadeira favorito quando eu era criança. Fiz bonecas e até sandálias de papel com cinco anos de idade”, conta Lia no seu site, o Papier Couture.

Confira, nas fotos abaixo, algumas das criações de Griffith.

Aproveite bem os saldos

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Mais do que comprar mais do mesmo, aproveite os saldos para comprar aquela peça da estação que namora há meses, mas também uma ou outra que já marque a tendência Primavera/Verão.

Não vale a pena ter esperado pelos saldos para agora gastar o seu dinheiro em mais uns jeans ou top preto, quando já tem dezenas no roupeiro. Invista em peças que permitam fazer a diferença no seu guarda-roupa. E lembre-se, se for uma peça boa e com um estilo intemporal, valerá a pena pagar mais por ela, pois acabará por usá-la vezes sem conta.

Compre aquela peça que namora há meses. Praticamente desde que a viu pela primeira vez no editorial de uma revista feminina, em Agosto do ano passado, não pára de pensar nela. Mas o preço não se coaduna com os tempos que vivemos e tem conseguido resistir-lhe. Esta é a altura perfeita para dar largas à sua paixão. Experimente-a e, se lhe assentar realmente bem e o preço já não for proibitivo, ofereça-se esse ‘luxo’. Lembre-se que, por vezes, uma peça mais cara é mais rentável que uma barata, pois vai depender do número de vezes que a usa. Mais vale comprar um casaco bom e intemporal – daqueles que poderá usar cinco ou mais anos – por €150, do que um de €25, que só vestirá uma vez.

Antecipe a próxima estação. As revistas já começaram a apresentar as principais tendências para a Primavera/Verão, por isso pode aproveitar para comprar nos saldos algumas peças-chave e antecipar-se. Algumas ideias: o padrão animal será os pássaros, nas cores o pastel estará em alta, e pode também investir em peças de estilo barroco, ou com prints digitais ou desenhos abstratos.

Organize o armário. Mas antes de sair para as compras, este é o passo esencial. Uma boa limpeza ajuda não só a libertar-se do que já não usa, como também a perceber o que tem e o que lhe está a fazer falta. Em relação ao que já não usa, ou dá a quem precisa, ou, se são peças de design, organize um bazar em sua casa – pode vender as suas peças a preços de saldo às amigas, ou optar pelo sistema de troca. Em relação ao que lhe faz falta, lembre-se que apostar nos clássicos é sempre seguro, mas também se deve dar ao luxo de comprar uma ou outra peça mais fashion, para dar um toque de actualidade ao seu guarda-roupa.

Fonte: SModa

Amigas são fonte de inspiração

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Na hora de comprar roupa, não são as celebridades que mais inspiram as mulheres, mas sim as amigas.

Uma sondagem realizada pela marca inglesa New Look revela que são as amigas as principais referências no que respeita a moda. As entrevistadas admitiram que grande parte das peças do seu guarda-roupa foram compradas depois de terem visto as amigas a usar algo parecido ou… igual!

Um terço das inquiridas admitiu que já copiou um look inteiro e metade confessou que faz comparações entre os seu estilo e o das amigas mais fashion. A média de peças idênticas compradas é de 5, e cerca de 12 as que são apenas parecidas. Apesar deste comportamento, 10% das mulheres inquiridas reconheceu que não gosta quando percebe que alguém tentou copiar o seu look ou o seu estilo.

Segundo o porta-voz da marca este comportamento pode ser reflexo do excesso de informação sobre moda, o que leva muitas mulheres a preferir inspirar-se no estilo das amigas do que ter de processar toda a informação que lê nas revistas. “As mulheres são constantemente bombardeadas com novas propostas, cores e roupas que estão na moda, por isso é normal a influência das amigas ou colegas mais fashion”.

Fonte: Female First

A nova colecção de óculos de sol Prada

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A fazer lembrar os óculos de ski, mas com muito mais estilo, a nova colecção Prada está aí para arrasar no Inverno.

Inspirada numa mulher sofisticada, que gosta de usar peles e lantejoulas, mas à sua maneira, a colecção Outono/Inverno da Prada explora o glamour, materiais exclusivos e transforma-os em ideias modernas, frescas e divertidas. Estes óculos de sol, que também pode encontrar em cores como o cameo e o laranja queimado, são as suas propostas para a temporada de Inverno. Que tal pedir uns ao Pai Natal?…

Tom Ford será o próximo convidado da H&M?

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No dia em que a colecção da Versace para a H&M se estreia nas lojas da marca sueca, este é o rumor que mais se ouve.

Precisamente hoje, em que a colecção desenhada pela Versace chegou às lojas da H&M em todo o mundo, começaram a circular rumores de que o estilista Tom Ford pode ser o próximo convidado.

A  notícia foi avançada pelo site da Vogue britânica, e, a confirmar-se, esta seria a 9ª parceria de um conhecido designer com a H&M – pelas suas lojas já desfilaram peças desenhadas por Lagerfeld, Lavin, Cavalli e Jimmy Choo, entre outros.

Logomania está out!

Estas tão in, porque fazem parte da linha 1973 da Gucci, inspirada num modelo que fez sucesso nesse ano.

Estas carteiras estão in, porque fazem parte da linha 1973 da Gucci, inspirada num modelo que fez sucesso nesse ano.

As grandes marcas estão cada vez mais discretas. Depois do excesso de logos nas suas peças, a tendência agora é torná-los quase imperceptíveis.

Há marcas que nunca foram apologistas de ostentar os logotipos nas suas peças, não só porque sabem que os seus clientes privilegiam a discrição, como também porque a qualidade dos seus produtos é tão óbvia que qualquer pessoa percebe quando está perante uma peça realmente valiosa. Contudo, marcas como Louis Vuitton, Gucci, Chanel, e mesmo Carolina Herrera, por exemplo, colocavam os seus logotipos de forma bastante ostensiva e os clientes gostavam disso – assim, o seu ‘status’ era reconhecido à distância.

Mas, curiosamente, em 2010, a Universidade de Chicago fez um estudo sobre esta matéria e percebeu que quanto maior era o logo numa carteira Louis Vuitton ou Gucci, por exemplo, menos era o seu preço. Chegou mesmo ao pormenor de constatar que numa carteira Gucci, cada centímetro adicional de logo implicava uma redução de quase 100 euros no preço, enquanto na Louis Vuitton a redução era mais modesta, apenas menos 26 euros.

Este poderá não ter sido o primeiro sinal de que o consumidor já não procura os logotipos para se exibir, mas a verdade é que as marcas estão a seguir a tendência de tornar os seus logos cada vez menos visiveis. Esta nova atitude traz também uma outra vantagem para as marcas, já que reduz a importância da contrafacção, que se justificava precisamente pela exibição óbvia dos logotipos das marcas mais desejadas.

A logomania deverá continuar nos países emergentes, já que é um típico sintoma de novo-riquismo, mas acredita-se que nos países mais desenvolvidos terá os dias contados. Em tempos de crise, o anonimato é cada vez mais valorizado.

Fonte: SModa

Lagerfeld está imparável!

Será que Lagerfeld se clonou para conseguir fazer tantas coisas ao mesmo tempo?!

Será que Lagerfeld se clonou para conseguir fazer tantas coisas ao mesmo tempo?!

Aos 78 anos, Karl Lagerfeld tem as baterias mais que carregadas! Designer das casas Chanel e Fendi, e envolvido em mais 1001 projectos, anunciou que vai reactivar a sua própria marca no início do próximo ano. Será que se clonou?!

Depois de ter deixado em standby a sua marca, o designer alemão anunciou que, a 25 de Janeiro do próximo ano, vai ser posta à venda no site net-a-porter a colecção feminina Karl, com cerca de uma centena de peças, entre os 60 e os 300 euros. “Quero roupa que não seja demasiado cara para que as pessoas a possam usar”, disse o estilista ao site Women’s Wear Daily. A partir do final de Fevereiro, as peças também poderão ser adquiridas no seu site karllagerfeld.com. O seu objectivo é usar a internet como meio natural e principal para vender a sua nova linha.

No entanto, o estilista não se ficará por aqui, já que pretende lançar uma outra linha, mais cara, Karl Lagerfeld Paris, que se venderá em lojas multimarca, a partir do Outono. Esta linha, que se destinará também aos homens, terá preços entre os 300 e os 2500 euros.

Em vez de se retirar, o designer alemão prefere continuar nas bocas do mundo e cada vez em mais frentes… Qual será o seu segredo?!

Fonte: El País