EUA: há uma nova geração de mulheres que está a trocar a carreira pela vida doméstica

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Várias razões, independentes umas das outras, estão a levar milhares de mulheres norte-americanas na faixa dos 20 e dos 30 anos a trocarem as suas carreiras profissionais pela vida doméstica. É essa a conclusão do livro Homeward Bound: Why Women Are Embracing the New Domesticity, de Emily Matchar.

Matchar afirma que as mulheres estão desiludidas com o trabalho e a optar por ficar em casa, num estilo de vida mais calmo, mais sustentável, auto-suficiente e focado em trabalhos domésticos.

Em casa, estas mulheres inteligentes, licenciadas e educadas dedicam-se ao empreendedorismo, vendendo bolos caseiros para fora, tricotando, dedicando-se à jardinagem ou a fazer compotas.

Mas há mais: estão a lançar blogs, a colocar artigos no Etsy, um site norte-americano que permite a qualquer pessoa vender objectos feitos à mão e, imagine-se, a dedicar horas por dia a trabalhos antes odiados pelas suas mães e avós.

A tecnologia ajuda na criação de novos locais de trabalho caseiros – como o nosso agregador irmão Green Savers já revelou – e as alterações climáticas estão a levar cada vez mais mulheres a procurar um estilo de vida mais sustentável, que pensa no ambiente.

“Mulheres educadas, desiludidas, de vinte e trinta anos e que ainda não querem filhos estão a fazer a sua escolha e o livro de Matchar explica o seu argumentário”, revela este artigo do New Republic.

A tecnologia torna mais fácil o part-time a partir de casa e as redes sociais vieram criar uma forma de publicidade fácil ao seu empreendedorismo. Um bom exemplo são os blogs Pioneer Woman e Hipster Homemaker.

“Este estilo de vida não resultaria se as mulheres estivessem a criar as suas crianças no meio da floresta e sem ligação à Internet”, explicou à autora um professor ouvido para o livro.

Segundo Matchar, esta é a consequência de uma vida stressante e raramente satisfatória em termos profissionais. “O movimento do DIY (Do it Yourself, “Faz tu própria”, em português) dá a estas mulheres um sentido de controlo numa situação completamente fora de controlo”, avisa Matchar.

Concorda com esta visão? Era capaz de deixar tudo e dedicar-se a uma vida caseira, em part-time e a desenvolver o seu próprio projecto de vida, num dia-a-dia mais calmo e sustentável? Partilhe os seus sonhos na nossa página de Facebook, em www.facebook.com/omeubemestar.

As 6 empresas em Espanha (e no mundo) que dão especial atenção às mulheres trabalhadoras

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Apesar de as disparidades salariais terem vindo a diminuir, as mulheres na União Europeia ainda ganham menos de 16,4% do que os homem. Só em Espanha, as mulheres chegam a ganhar menos de 30% do que os homens. Segundo o Parlamento Europeu, para igualar o seu salário ao de um homem, uma mulher deveria trabalhar mais 53 dias por ano.

No entanto, há empresas empenhadas em acabar com as disparidades e zelar pelo direito das mulheres trabalhadoras. A revista Cosmopolitan compilou uma lista de seis entidades empregadoras, em Espanha e no mundo, onde as mulheres têm lugar de destaque.

1. Mutua Madrileña (Espanha)

Na empresa espanhola de seguros, 53% das promoções internas nos últimos anos foram atribuídas às mulheres. Se as funcionárias vão ser mães, a Mutua Madrileña concede-lhes um bónus: alargamento da licença de maternidade para mais duas semanas. A Mutua Madrileña recebeu ainda o prémio da empresa com melhor política a favor da mulher, em matéria de igualdade e conciliação laboral, atribuído pela Federação Espanhola de Mulheres Directivas, Executivas, Profissionais e Empresárias (FEDEPE)

2. Mercadona (Espanha)

Para quem está a pensar em ampliar a sua família e reside em Espanha, então os Supermercados Mercadona são a empresa ideal, já que as funcionárias podem deixar de trabalhar a partir da vigésima semana de gravidez e continuar a receber o seu salário por inteiro. Para além de proteger a mulheres durante a gravidez, a empresa “adiciona uma semana a mais à licença de maternidade das funcionárias”. A partir de 2014, quando abrir o seu centro logístico em Barcelona, irá inaugurar também uma creche para os filhos das funcionárias.

3. L´Oréal (em todo o mundo)

A L`Oréal apoia mulheres mais velhas em todas as suas campanhas e disponibiliza bolsas de estudo a jovens cientistas através do Programa Internacional L`Oréal Unesco Para as Mulheres na Ciência. Este programa reconhece há já 10 anos cientistas consagradas, uma em cada continente. No total, 52 mulheres de culturas tão distintas como a coreana, nigeriana, egípcia ou brasileira foram já premiadas. 64% das funcionárias da L`Oréal são mulheres e metade das suas marcas destinam-se também ao público feminino.

4. Google (Zurique, na Suíça)

Na Google, em Zurique, as mulheres podem desfrutar de inúmeras actividades, tais como snooker e jogos de vídeo grátis. Além disso, podem sempre frequentar as salas de relaxamento que aumentam a sua produtividade e rentabilidade, garante a empresa. As crianças e os animais de estimação também são bem-vindos. A máxima da empresa é: “Desde que cumpras os prazos, podes gerir o teu tempo como quiseres”.

5. Kelloggs ( em todo o mundo)

A Kelloggs cuida da saúde e do bem-estar dos seus funcionários, tendo implementado programas culturais. O objectivo é incentivar os funcionários a relaxarem e a aumentarem a sua produtividade. Diariamente, a empresa promove junto das suas funcionárias campanhas que incentivam a pratica de uma alimentação saudável.

6. Banesto (Espanha)

O Banco espanhol criou, em 2007, o programa Banesto x ti, que visa promover o desenvolvimento profissional da mulher através de medidas como o comité de nomeação, que garante a eleição de, pelo menos, uma mulher em cada lista. Há uma grande presença de mulheres nas equipas de direcção e em cargos de chefia.

Mulheres precisam de gordura, diz médico e antropólogo

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Ao contrário da fama que têm, as gorduras são um nutriente muito importante e com várias funções no corpo humano. Devem é ser ingeridas nas quantidades adequadas e bem escolhidas pelas mulheres, defende o livro “Why Women Need Fat” (“Porque é que as Mulheres Precisam de Gordura”,) lançado recentemente no mercado americano.

De acordo com a Folha, para formar os seus cérebros – que são proporcionalmente maiores do que o de outros animais -, os bebés humanos necessitam de DHA, o mais complexo dos tipos de gordura ómega 3.

Mas as mães não conseguem assegurar todo o DHA necessário durante a gestação: para fornecê-lo aos filhos, as mães queimam a gordura armazenada – rica em DHA – nos seus corpos

“Apesar de as mulheres tentarem queimar as gorduras localizadas nas pernas e glúteos, a natureza prefere que elas estejam lá. Além disso, as mães com mais peso tendem a ter bebés mais saudáveis”, dizem os autores do livro, o médico epidemiologista William D. Lassek e o antropólogo Steven Gaulin.

“Nenhuma dieta cumpre o que promete ou dá resultado definitivo. Pior: este tipo de restrição alimentar costuma até aumentar o peso de quem a segue”, referem os autores, explicando que todos nós temos um peso natural, definido quando nascemos.

“O cérebro tem um valor para nosso peso – o set point – determinado em grande parte pelos nossos genes, e o hipotálamo [região do cérebro responsável pelo gasto de energia e controle da fome] tenta mantê-lo. É como o termóstato de um aquecedor”, explicou Lassek.

Se emagrecemos muito ao fazer uma dieta, tendemos a ganhar o peso novamente quando a interrompermos, explica o livro.

O que fazer, então, para perder peso?

Os autores do livro sugerem mudanças de comportamento, nomeadamente equilibrar o consumo dos dois tipos de gordura, ou seja, ter uma dieta com menos ómega 6 e mais ómega 3.

Deve-se reduzir ainda o consumo de óleos de milho e soja (ómega 6) e dar preferência ao azeite de oliva.

“Pode-se aumentar o consumo de atum, salmão e sardinha e de sementes como linhaça ou chia”, acrescentam.

Amigas são fonte de inspiração

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Na hora de comprar roupa, não são as celebridades que mais inspiram as mulheres, mas sim as amigas.

Uma sondagem realizada pela marca inglesa New Look revela que são as amigas as principais referências no que respeita a moda. As entrevistadas admitiram que grande parte das peças do seu guarda-roupa foram compradas depois de terem visto as amigas a usar algo parecido ou… igual!

Um terço das inquiridas admitiu que já copiou um look inteiro e metade confessou que faz comparações entre os seu estilo e o das amigas mais fashion. A média de peças idênticas compradas é de 5, e cerca de 12 as que são apenas parecidas. Apesar deste comportamento, 10% das mulheres inquiridas reconheceu que não gosta quando percebe que alguém tentou copiar o seu look ou o seu estilo.

Segundo o porta-voz da marca este comportamento pode ser reflexo do excesso de informação sobre moda, o que leva muitas mulheres a preferir inspirar-se no estilo das amigas do que ter de processar toda a informação que lê nas revistas. “As mulheres são constantemente bombardeadas com novas propostas, cores e roupas que estão na moda, por isso é normal a influência das amigas ou colegas mais fashion”.

Fonte: Female First

Três vezes por semana faz bem ao coração

Portrait of a happy young woman coming down a escalator holding shopping bags

As mulheres que o fazem três vezes por semana podem reduzir entre 50% a 90% o risco de terem problemas cardiovasculares.

Se é mulher e quer preservar a saúde do seu coração deve esforçar-se por comer peixe pelo menos duas a três vezes por semana, e de preferência, os que são mais ricos em Omega 3, como o salmão, atum, bacalhau, arenque e cavala.

Esta é a conclusão de um estudo dinamarquês que analisou 49 mil mulheres durante oito anos e constatou que as que raramente comiam peixe revelaram 50% mais problemas cardiovasculares do que as que consumiam o alimento com frequência e 90% mais em relação às que comiam peixes ricos em Omega 3 todas as semanas.

Estes bons resultados são válidos para mulheres de todas as idades. Já sabe, de hoje em diante, conte com, pelo menos, três refeições semanais de peixes ricos em Omega 3. Pela sua saúde!

Fonte: Veja

Mulheres assumem papel de chefe de família

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O aumento do número de mulheres em posições de responsabilidade nas empresas vai contribuir para uma alteração no futuro das relações amorosas e também na estrutura familiar.

As mulheres estão cada vez em maior número nas universidades, no mercado de trabalho e, sobretudo, em posições de responsabilidade nas empresas. Esta alteração, lenta mas sustentada, de uma maior aposta das mulheres no sucesso da sua carreira pode levar, segundo os especialistas, a que passem a escolher o parceiro pela sua capacidade de as apoiar nesta decisão, e não tanto pelo dinheiro que levam para casa.

Se por trás de um grande homem, está uma grande mulher, o inverso também pode ser verdade. Por isso, maridos que abdicam de uma carreira para trabalhar em casa, de forma a poderem apoiar os filhos, enquanto a mulher aposta no sucesso profissional, vão sendo cada vez mais frequentes, e tendem a ser em maior número no futuro.

Uma estatística do governo inglês aponta que metade dos universitários são mulheres e que os homens representam apenas 30% dos que terminam o curso. Isso levou um porta-voz do governo a assumir que as mulheres passarão a escolher os parceiros menos qualificados e assumirão de vez o papel de chefes de família.

Esta poderá ser a única forma de as mulheres ascenderem a cargos de topo nas empresas sem terem de abdicar de casar e ter filhos. O estudo The Bottom Line, que cruzou a rentabilidade média das multinacionais americanas mais representativas com a presença de mulheres nos seus conselhos de administração, concluiu que as que eram lideradas por mulheres, tinham uma rentabilidade entre 40 a 60% superior. O reverso da medalha, é que a maioria das mulheres que lideram estas empresas não são casadas nem têm filhos…

Fonte: Terra e SModa

Meditação melhora vida sexual

Fit young woman spending yogatic time by herself in the bedroom with copyspace

Além de aliviar o stresse e aumentar o bem-estar, a meditação também pode contribuir para melhorar a sua vida sexual.

Um estudo da Universidade Brown, nos Estados Unidos, constatou que a meditação é capaz de influenciar a vida sexual pela positiva. Mulheres que são capazes de treinar os seus pensamentos enquanto fazem amor, sentem mais prazer.

Os investigadores analisaram o comportamento de 44 estudantes, sendo que 30 eram do sexo feminino e metade frequentava um curso de meditação. Os voluntários visualizavam imagens eróticas e de seguida descreviam as suas reacções. No final, concluiu-se que as mulheres que meditavam foram mais rápidas a registar excitação sexual, além de revelarem também menos ansiedade e mais atenção.

“As mulheres que demoraram mais tempo para registar excitação sexual eram aquelas que também se autojulgavam de forma mais severa”, adiantou a líder do estudo ao site MyHealthNewsDaily.

Se ficou entusiasmada com estes resultados, saiba que a Meditations UK recomenda meditar, pelo menos, três vezes por semana, entre 10 a 15 minutos.

Fonte: Terra

Mulheres insatisfeitas com as suas pernas

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Maioria das mulheres inveja as pernas de Cameron Diaz.

Não só não gostam das suas, como não poupam defeitos às de algumas celebridades. Mas as pernas de Cameron Diaz são, pelo contrário, das mais elogiadas.

Quando até Irina Shayk, namorada de Cristiano Ronaldo, que faz suspirar os homens nos anúncios da Intimissimi, diz que não se considera perfeita e que, muitas vezes, ao acordar até acha que a pele não está muito bem, não é de estranhar que a esmagadora maioria das mulheres esteja sempre insatisfeita com o seu corpo.

Uma sondagem publicada pela Female First revela que 71% das mulheres não gosta do formato das pernas. E mais, também acham que muitas das celebridades que são consideradas beldades, têm essa parte do corpo longe da perfeição.

Os principais problemas apontados pela sondagem são, afinal, todos aqueles que lhe podem ocorrer, desde que se relacionem com pernas – ancas largas, coxas grossas, tornozelos largos, celulite ou pernas muito finas com os ossos dos joelhos muito proeminentes. E o pior é que 75% das mulheres diz que não faz ideia como disfarçar estes problemas na hora de vestir um vestido ou uma saia (nós acrescentaríamos que para quem usa calças ter ancas largas ou coxas grossas continuam a ser problemas…).

Mas quando olham para as celebridades, o sexo feminino consegue descobrir pernas perfeitas, mas também outras que não invejam nada. Como celebridades mais dotadas, foram referidas as irmãs Kate e Pippa Middleton, Cameron Diaz e Blake Lively. Já no clube das ‘não abençoadas pela mãe-natureza no que toca às pernas’, incluem-se Victoria Beckham (pernas muito finas), Jennifer Lopez (ancas largas) e Beyoncé (coxas grossas).

Fonte: Terra

Mulheres adoram ouvir segredos, mas também… contá-los!

Só tem graça saber se der para contar...

Só tem graça saber se der para contar...

O parceiro, amigos e a mãe são os principais destinatários da informação confidencial.

Já dizia Benjamin Franklin que 3 pessoas podem guardar um segredo, desde que duas já estejam mortas, e ele devia saber do que falava, pois realmente a única maneira de ter a certeza que um segredo seu não cai nas bocas do mundo é guardar a informação só para si.

Vem isto a propósito de um estudo divulgado pelo Daily Mail que revela que 85% das mulheres gosta de ouvir segredos, no entanto, não conseguem guardá-los por mais que 32 minutos!

O estudo ouviu 3 mil mulheres e uma em cada dez confessou ser incapaz de aguardar um segredo, seja qual for a importância da informação. O parceiro, amigos e a mãe são, geralmente, os ‘confidentes’.

Quase metade das mulheres disse que sente necessidade de partilhar os segredos com alguém e 13% assume mesmo que o faz com a intenção de espalhar a informação!

Fonte: Terra

Teste simples prevê risco de pre-eclampsia

Thoughtful mature Caucasian pregnant woman relaxing on the couch

É um dos maiores receios das grávidas e até agora não havia forma de o prever.

Os especialistas da Clinica Mayo, nos Estados Unidos, apresentaram um teste capaz de prever que mulheres poderão sofrer de pre-eclampsia na gravidez. O teste consegue detectar a presença de um tipo de células renais na urina, que é, por si, um factor indicativo deste transtorno.

A pre-eclampsia é uma complicação, potencialmente fatal, que surge na fase avançada da gravidez, e que se caracteriza por tensão arterial alta e presença de proteínas na urina, e que afecta cerca de 5% das grávidas. É mais frequente nas primeiras gravidezes e nas mulheres que já sofrem de tensão arterial elevada. O seu maior risco é o desprendimento prematuro da placenta da parede uterina. Contudo, já a eclampsia, que surge em 1 em cada 200 mulheres que têm pré-eclampsia, é, em geral, mortal, a menos que seja tratada com rapidez.

Este teste, que apesar de ter dados resultados muito precisos, foi realizado com um número reduzido de mulheres, precisando ainda de ser feito com um maior número de participantes.

Fonte: El Mundo