Stereomood: Escolha a música que combina com o seu estado de espírito

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O Stereomood é um site onde o utilizador pode ouvir músicas de acordo com o estado de espírito. Na página inicial é possível encontrar um conjunto de estilos musicais sugeridos aleatoriamente, ou procurar o que mais se adequa ao momento através da barra de pesquisa.

Depois de escolhido o estilo de música que ser quer ouvir, o site gera uma playlist que é tocada através de streaming. O Stereomood também existe em aplicações móveis para iOS e Android, mas é aconselhável o uso de Wi-Fi para não ficar sem plano de dados.

A página é ainda um local para descobrir novos artistas e novas músicas, tendo em conta que maior parte das listas musicais são compostas por melodias e músicos desconhecidos.

A ligação às redes sociais também é uma hipótese, bem como a consulta de quem está a ouvir o mesmo estilo de música naquele exacto momento.

Música: Conheça a terapia para combater o stresse

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Se gosta de ouvir música, então este artigo é para si. De acordo com um estudo da Universidade de Gothenburg, na Suécia, a música pode evocar emoções positivas e reduzir os níveis de stresse.

“Ouvir música todos os dias pode ser uma forma simples e eficaz de melhorar o bem-estar e a saúde”, afirmou Marie Helsing, autora do estudo.

Este estudo contou com a participação de 42 indivíduos, metade dos quais ouviram, de acordo com as suas preferências, 30 minutos de música por dia, enquanto que a outra metade foi submetida a um ambiente relaxante durante o mesmo período de tempo.

Os resultados do estudo mostraram que as emoções positivas foram sentidas mais frequentemente e mais intensamente nos indivíduos que ouviam música. Os participantes deste grupo também sentiram menos stresse e apresentaram níveis baixos da hormona do stresse, o cortisol.

Quanto mais os participantes gostavam das músicas que ouviam, menos stresse sentiam.

Contudo, Marie Helsing salienta que “quando se estuda as respostas emocionais à música, é importante relembrar que nem todas as pessoas respondem da mesma forma ao mesmo trecho de música e que a mesma pessoa pode responder de um modo diferente ao mesmo trecho em ocasiões diferentes, dependendo dos factores individuais e das circunstâncias”.

A investigadora revela ainda que “para obter estes efeitos benéficos da música, tem que se ouvir música que se gosta”.

Quem tem uma história para contar?

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Para celebrar as 7 mil milhões de pessoas que existem no Mundo, as Nações Unidas convidam todos os interessados a contar a sua história ou a criar uma música inspiradora ou um vídeo. E a fazer a diferença!

A inspiração deve ser positiva, ou pelo menos essa é a intenção de uma das mais recentes iniciativas das Nações Unidas, que quer celebrar as 7 mil milhões de pessoas que existem no Mundo.

Para assinalar o marco, atingido em Outubro, as Nações Unidas lançaram o desafio 7 Billion Actions, que quer inspirar acções positivas em todo o Mundo.

O movimento parte da premissa de que todos temos uma história para contar e desafia os interessados a contá-la online, partilhando os seus objectivos.

“O objectivo da campanha 7 Billion Actions é recolher histórias de indivíduos e organizações que fazem a diferença. Histórias que podem inspirar outros indivíduos e organizações. Por isso, partilhe uma história sobre alguém que conheça e que está a fazer a diferença na sua comunidade, quer seja um simples acto de bondade ou uma iniciativa organizada”, pode ler-se no site da iniciativa.

Os interessados podem ainda participar na criação de uma música inspiradora ou num concurso para criar um vídeo, com cerca de 10 minutos.

O vídeo tem de abordar um de sete temas-chave: pobreza e a quebra do ciclo de desigualdade, o progresso das mulheres, juventude, direitos e saúde reprodutiva, ambiente saudável e pessoas saudáveis, envelhecimento e planeamento urbano para o crescimento.

As candidaturas podem ser apresentadas até 15 de Fevereiro e os filmes devem ser carregados no Facebook ou no Votigo.

O vencedor será anunciado no dia 8 de Março.

Qual a música mais ouvida da década de 2000?

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Nem de propósito, o seu título já deixava antever o sucesso…

Os dados são da organização britânica PRS for Music e, nem de propósito, a música mais escutada durante a década de 2000 foi precisamente… Can’t Get You Out of My Head, de Kylie Minogue! Em segundo lugar, aparece Toxic, de Britney Spears, seguido de Angels, de Robbie Williams. Para compôr o top 5, surgem ainda Superstar, da cantora britânica Jamelia, e os também britânicos Liberty X, com Just a Little.

Segundo a BBC, estas cinco músicas tocaram mais de 875 milhões de vezes entre 2011 e 2011!

Ouça a música da década em http://youtu.be/c18441Eh_WE

Fonte: Veja

Os discos mais vendidos em 2011

2 jan Adele12

A cantora Adele consegue o feito de ter dois discos no top 10. No total vendeu 18 milhões de álbuns!

 1.º Adele – 21 (15,3 milhões de cópias)

2.º Lady Gaga – Born this Way (5,4 milhões)

3.º Michael Bublé – Christmas  (5,2 milhões)

4.º Bruno Mars - DooWops & Hooligans  (4 milhões)

5.º Rihanna – Loud  (3,4 milhões)

6.º Coldplay – Mylo Xyloto  (3,3 milhões)

7.º Adele – 19 (2,8 milhões)

8.º Mumford & Sons – Sigh No More (2,2 milhões)

9.º Katy Perry – Teenage Dream  (2,1 milhões)

10.º Beyoncé – 4 (2,1 milhões)

Fonte: United World Charts

As melhores bandas de heavy metal

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A Rolling Stone perguntou aos leitores quais as melhores bandas de heavy metal de sempre e a resposta foi pronta, mas nem sempre consensual.

1 METALLICA Nem sempre fizeram exactamente o que os fãs esperavam, pelo contrário, até gravaram um disco com Lou Reed, sabendo que isso lhes garantiria o ódio eterno dos que compravam os seus discos, mas ainda assim, a banda continua a encher estádios por todo o mundo. Já venderam mais de 140 milhões de discos e ganharam 9 Grammy. Pode não ser consensual e previsivel, mas é uma das bandas de heavy metal mais bem sucedidas comercialmente.

2 DREAM THEATER. É a união perfeita entre o rock progressivo e o heavy metal, tem 11 discos gravados e continua muito activa. Acabou de lançar A Dramatic Turn of Events.

3 BLACK SABBATH. Começaram em 1968 e, no início dos anos 70, espalharam o som do metal pelo planeta. A banda de Birmimgham é considerada a criadora do heavy metal. Depois de terem expulso o vocalista Ozzy Osbourne, em 1979, já se perdeu a conta ao número de formações que teve. Mas continuam a dar que falar e suspeita-se que pode estar para breve mais uma tourné. Têm mais de 100 milhões de discos vendidos e estão ao lado de Led Zeppelin e Deep Purple, como as bandas que mais influenciaram este género musical.

4 IRON MAIDEN. Bruce Dickinson, o seu vocalista, juntou-se à banda em 1982, e apesar de se ter afastado mais tarde, para se dedicar a um carreira a solo, continua a ser o líder do grupo. A banda terminou há pouco uma tourné mundial e é provável que ainda volte à estrada nos próximos anos. Considerada como uma das mais importante da história do heavy metal, tem 20 álbuns gravados, que venderam 85 milhões de cópias.

5. SLAYER. Tem um dos públicos mais fiéis e é considerada como uma das 4 grandes do heavy metal – a par com os Metallica, Megadeth e Anthrax. O seu disco mais emblemático é Reign in Blood, editado em 1986, mas para os seguidores, cada álbum é sempre um clássico. Continua a fazer tournés com a formação original. As suas letras não deixam ninguém indiferente e já lhe valeram muitas vezes fortes críticas do público e de grupos religiosos.

6. MEGADETH. Depois de ter sido expulso dos Metallica pelo seu ‘alcoolismo crónico’, o guitarrista da banda, Dave Mustaine, decidiu vingar-se e formar os Megadeth para afastar os Metallica do mapa. Não conseguiu – e ultimamente até tem participado em tournés com a sua banda original -, mas conseguiu fazer dos Megadeth uma das forças do metal mais potentes dos anos 80. Pela formação já passaram 20 músicos, mas apesar desta inconstância, a banda conseguiu vender 30 milhões de discos. Continuam bem vivos, como provaram no Rock in Rio, em Lisboa, no ano passado.

7. JUDAS PRIEST. São puro heavy metal, mas não têm vida fácil. Demoraram a conquistar um lugar ao sol, o que conseguiram em 1980 com British Steel, que os converteu numa das maiores bandas de metal do mundo. Mas entre 1992 e 2003, anos em que Rob Halford, o seu líder, esteve afastado da banda, fizeram uma travessia no deserto. Com o seu regresso, voltaram aos velhos tempos de glória. Apesar dos altos e baixos, ainda hoje são conhecidos por muitos como Metal Gods, título de uma das suas músicas.

8. LED ZEPPELIN. Ainda há quem discuta se é, ou não, uma banda de heavy metal, mas a verdade é que muitos guitarristas do metal têm em Jimmy Page um verdadeiro ídolo. E ainda há quem defenda que sem o disco Led Zeppelin II, o heavy metal não seria o que é hoje. Opiniões à parte, o certo é que a banda deverá ter vendido entre 200 e 300 milhões de discos, o que a torna numa das bandas mais vendidas de sempre na história da música.

9. PANTERA. Vieram apanhar os fãs do metal que estavam descontentes com os Metallica, nos anos 80 e 90. Fizeram história com Cowboys from Hell e Vulgar Display of Power e venderam cerca de 20 milhões de discos ao longo da carreira. Separaram-se em 2003 por desentendimentos entre os seus membros e o seu guitarrista Dimebag Darrell, foi morto no ano seguinte, quando estava em tourné com a sua nova banda, os Damageplan.

10 TOOL. Esta banda californiana não tem produzido muitos discos – apenas quatro, desde a sua formação em 1990 -, mas tem um grupo fiel de seguidores, apaixonados pela sua sonoridade diferente. O seu apogeu foi em 1993, com o primeiro disco, Undertow. Compensam os seus longos períodos de silêncio com a qualidade das composições do vocalista Maynard James Keenan.

Fonte: Rolling Stone

Filarmónica de Berlim em concerto na net

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Por apenas €9,90 pode assistir a um dos últimos concertos desta orquestra, no conforto da sua sala. Amanhã pode apreciar o trabalho de maestro espanhol Pablo Heras-Casado.

O Digital Concert Hall, da Orquestra Filarmónica de Berlim, já conta com 6.000 subscritores, fãs que podem ver na sua sala os seus últimos concertos sem sequer sair de casa. O bilhete para um espectáculo custa €9,90 e dá-lhe também o direito de ‘vasculhar’ os arquivos da Filarmónica durante 48 horas. Mas se é um verdadeiro apaixonado por música clássica, deixe-se tentar pela subscrição anual de €149, que lhe permitirá assistir a 30 concertos ao longo do ano.

A ideia surgiu em 2005, depois de um concerto no Taiwan, que foi retransmitido para o exterior do auditório para uma audiência de 30 mil pessoas. No final, os músicos foram calorosamente aplaudidos pela multidão que não tinha conseguido comprar bilhete e começaram a pensar numa forma de fazer chegar o seu trabalho a mais pessoas. Em 2009, o Digital Concert Hall entrava no ar e é aí que, hoje, 6.000 pessoas assistem aos concertos da Filarmónica, gravados com seis câmaras e uma equipa de realizadores entendidos em música clássica.

A ideia não é substituir as actuações ao vivo, mas sim dar oportunidade a todos os fãs da orquestra de poderem apreciar o seu trabalho. Se ficou curioso, saiba que ainda pode comprar bilhete para o concerto de amanhã. Pablo Heras-Casado, estreou-se ontem com a Filarmónica de Berlim, mas você poderá admirar o seu desempenho amanhã, no conforto da sua sala. Não é a mesma coisa do que escutar a orquestra ao vivo, é claro que não, mas já viu o que poupa em bilhetes de avião, hotéis, etc?

Informações em www.digitalconcerthall.com

Fonte: El País

As bandas mais bem pagas

16 junho U2

Como já deve ter percebido, a Forbes faz rankings a propósito de tudo e nada… desta vez, apresentamos-lhe a sua lista dos 5 músicos que mais facturaram no último ano. E há casos surpreendentes…

  1. U2, €137,7 milhões. A banda das grandes causas está a terminar a digressão mais lucrativa da história – andaram dois anos na estrada, venderam €494,3 milhões em bilhetes e tocaram para mais de 7 milhões de pessoas!
  2. Bon Jovi, €88 milhões. Com alguns membros ainda mais velhos que os U2, surgem outros dinossauros, que ainda esgotam concertos. Facturaram €141 milhões com 74 espectáculos nos últimos 12 meses e gravaram uma colectânea de êxitos. Entretanto, Jon Bon Jovi, que começou a tocar viola aos 7 anos inspirado pelas músicas de Elton John, foi convidado para integrar o conselho de especialistas da Casa Branca.
  3. Elton John, €70,6 milhões. É incrível como The Rocket Man continua a facturar 30 anos depois de ter tocado os primeiros acordes em público. E ao que parece está longe de arrumar as botas, isto apesar de ser pai desde 2010. No último ano, vendeu quase €100 milhões em bilhetes para 102 actuações ao vivo…
  4. Lady Gaga, €63,5 milhões. Madrinha do filho de Elton John, Gaga é a primeira mulher da lista. Factura bastante com os concertos mas gasta muito com a entourage que a acompanha. Por isso não está melhor colocada nesta tabela. Facturou €120 milhões com os 137 concertos que deu no último ano em 22 países.
  5. Michael Bublé, €49 milhões. O canadiano chega a esta lista graças à sua lucrativa digressão e à enorme quantidade de discos vendidos.

Fonte: Forbes

Moby lança disco à custa das insónias

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O novo àlbum de Moby foi escrito durante a sua última tournée, em quartos de hotel, nas noites em que se debatia com insónias.

Foi o próprio que confessou ao El Mundo, ter escrito o seu último álbum, Destroyed, nos mais variados quartos de hotel, entre as 3 e as 4 da manhã, enquanto as insónias não lhe davam tréguas. E não terão sido poucas, já que o cantor diz ter escrito 200 canções!!!, das quais foi depois seleccionando, até chegar às 15, que integram o disco que será lançado hoje.

O álbum será acompanhado de um livro de fotografias, já que Moby não se separa das máquinas fotográficas, desde que recebeu a primeira aos 10 anos. O seu objectivo foi registar a última tournée para desmistificar a ideia glamourosa que o grande público tem da vida dos músicos, e que, segundo ele, está longe da realidade – pelo menos no que respeita às digressões.

Dr. House quer dedicar-se só à música

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Se é fã do médico mais antisocial do planeta, mas talvez o mais competente, vá-se preparando psicologicamente para passar a vê-lo no papel de músico, e não de médico.

Hugh Laurie diz-se cansado do seu papel em Dr. House, e apesar de ter ficado surpreendido com o êxito alcançado, nunca esperou que a serie durasse tanto tempo. Por isso agora, que se aproxima o fim da 8ª temporada, Laurie acha que está na altura de se dedicar à música, onde se sente mais confortável. Aos 51 anos, o talentoso ‘médico’ quer mostrar o que vale no seu disco Let them Talk. O actor diz que aos 10 anos já sonhava em ser cantor de blues e não o médico mais conhecido das series televisivas. O seu objectivo é agora dar a conhecer nomes que marcaram este género musical, mas que são quase desconhecidos do grande público. Ora aí está uma faceta mais generosa e humana do Dr. House.