Campanha recorre ao poder das redes sociais para ajudar quem mais precisa

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E se um pequeno presente para a sua instituição de caridade preferida se transformasse em dezenas, centenas ou milhares? É este o objectivo da campanha de angariação de fundos Everyone Gives, que foi lançada nos Estados Unidos na semana passada – dia 22 de Fevereiro -, e que já reuniu doações para mais de 1.200 instituições de caridade em todo o mundo.

De acordo com a CNN, a iniciativa já se tornou um fenómeno viral, tendo angariado mais de 250 milhões de dólares (186 milhões de euros) em apenas uma semana. Se hoje fizermos uma visita ao site, verificamos que a iniciativa contabiliza já mais de 300 milhões de dólares (223 milhões de euros).

Tudo começa com a primeira doação, que se vai multiplicando à medida que inspira outras pessoas a tomar a mesma decisão.

No site Everyone Gives, qualquer visitante pode criar uma árvore e começar a sua doação, assim como escolher a instituição à qual quer fazer a doação. No final, pode partilhar a ideia com os amigos nas redes sociais, tais como no Facebook ou Twitter.

“Esta não é uma doação que se faz uma só vez”, explicou Doug Frye, CEO da Colliers International, impulsionadora da campanha, acrescentando que “esta iniciativa, ao permitir que os cidadãos partilhem a ideia com os seus amigos, faz com que se possa doar mais às instituições e ver como se multiplica o poder de uma doação”.

Segundo o site, no total, mais de 6.500 pessoas de 57 países fizeram a sua doação na segunda-feira passada, e mais de 1.200 instituições de caridade receberam doações.

Amanhã, dia 1 de Março, a organização vai contabilizar as “árvores” criadas e fazer uma doação especial às três que tiverem mais participantes, cobrirem mais cidades ou com mais doações.

Saiba mais sobre esta campanha no vídeo abaixo.

Jovens mais susceptíveis à ‘depressão facebook’

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Os especialistas deixam o alerta: jovens que se sentem isolados ou rejeitados nas redes sociais podem desenvolver depressão.

As redes sociais ajudam as pessoas a manter contacto com os amigos e a divertirem-se, mas também podem conduzir a um fenómeno já apelidado de ‘depressão facebook’. Estão mais susceptíveis a ela, os jovens que passam horas em frente ao computador, tentando interagir com outros, sem sucesso. “A falta de ligação online amplia o que acontece na vida desses jovens no mundo offline”, alerta Gwenn O’Keeffe, pediatra e co-autor do relatório da Academia Americana de Pediatria, agora publicado no Pediatrics.

Apesar de usar o nome do facebook, esta depressão ocorre com as ligações dos mais jovens a qualquer rede social, por isso, os especialistas aconselham vivamente os pais a estar atentos ao que os filhos fazem na internet e ao tempo que passam frente ao computador.

Fonte: Veja

Já ouviu falar em Parobook?

Portrait of an attractive young female smiling while using a laptop

 À primeira vista, até parece uma cópia do Facebook, que simplesmente trocou o azul pelo vermelho – talvez para simbolizar que aqui há pessoas em ‘perigo’ se a sua situação não for resolvida rapidamente. Uma taxa de desemprego quase a tocar nos 20%, fez com que quatro amigos criassem esta rede onde os desempregados podem anunciar as suas competências e procurar um empregador que esteja interessado nelas. Não pretende fazer concorrência ao LinkedIn, o serviço mais popular para promover-se profissionalmente, mas apenas contribuir para que quem está sem trabalho não se sinta só e tenha mais um meio de conseguir voltar à vida activa.

O serviço tem pouco mais de uma semana, já superou os mil registos e conta com mais de 100 mil visitas diárias. O acesso é gratuito, quer para quem anuncia, quer para quem procura, e os seus criadores garantem que o objectivo não é o lucro, mas apenas fazer a ponte entre uns e outros e formar uma espécie de rede online que permita aos desempregados falarem entre si e até trocarem conselhos.

Fonte: El Pais